quarta-feira, 19 de agosto de 2015

InteRabanger: Krisiun



A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ também serão comentados esporadicamente.

O décimo álbum do Krisiun, talvez a maior banda brasileira da atualidade no Metal, é a bola da vez. Garantindo qualidade, o disco dividiu opiniões, mas está longe de ser ruim. Para mim (Vitor Franceschini), um dos mais interessantes da banda pela versatilidade e por demonstrar que o Krisiun é muito mais do que uma banda de Death Metal.

“Evolução sonora, alguns gostaram outros não, mas desde o “The Great Execution” (2011) vi um som mais limpo sem aquela insana sujeira instrumental dos anteriores. Krisiun sempre me surpreendendo positivamente.” (Fernando Faria Maciel, leitor – Paracatu/MG)

“Uma puta evolução natural apontada em “Assassination” (2006), que vem numa crescente que muito me agrada, pois nesse primou pelo peso, e por melodias e riffs bem ‘ganchudos’, e uma bateria muito ‘grooveada’ e diversificada, sem deixar de ser o Krisiun, mas não ficando em zona de conforto, parabéns à banda. Sério candidato a melhores no ano, já entra no top 10.” (Jurandir Roque Lima, leitor – Fortaleza/CE)

“Eu já achei que ficou muito da mesma coisa! Escutei 3 vezes já e pra mim o álbum é legal tem boa gravação é rápido e esta a cara do Krisiun! Mas a coisa está meio que se repetindo! Não tem aquela pegada do "Conquerors Of Armageddon" (2000) e do " Works of Carnage" (2003) que pra mim são os melhores! sei que pra alguns a banda esta evoluindo e tal, e respeito a opinião de todos! Mas ficou muito limpo e com harmonia muito similares! Eu esperava mais!” (Heberson Souza, vocalista/guitarrista da Open Scars - https://www.facebook.com/pages/Open-Scars/703211109763754?fref=ts)

“Concordo! Eu também esperava mais... Músicas muito longas, muito breakdown, timbre de vocal do Alex mais limpo, pouco ‘blasting beasts’ e enjoativo.” (Mascosplatter Teixiera, baixista/vocalista da Regurgimentação Necrovaginal Sangrenta - https://www.facebook.com/Regurgimentacao)



“Vamos lá, acredito que o grande KRISIUN deu uma desacelerada sem abrir mão do peso, pois a alguns álbuns já dava essa impressão, senão vejamos... Nada como gritar a plenos pulmões o grande refrão de Blood of Lions ou poder cantar junto a letra de Ominous e na boa Will to Potency já é um clássico do Metal Nacional. Sem dizer que na minha humilde opinião "The Great Execution " pode ser comparado os clássico do Slayer "South of Heaven" (1988), onde encontramos músicas mais cadenciadas mas ainda pesadíssimas. Enfim podemos dizer que o KRISIUN já gravou o seu "South of Heaven" (risos) e agora vem o tão aguardado "Forged in Fury" que tive o prazer de ouvir duas faixas que tocaram em sua última passagem por São Paulo e soaram no mínimo fantásticas... Aguardo ter o meu álbum em mãos para poder ter uma noção completa desse novo petardo! HAIL KRISIUN!” (Alexandro Malheiro, leitor – Carapicuíba/SP)

“Banda que dispensa apresentações, todos sabemos do grande potencial destes ícones do Death Metal nacional. Álbum muito bem produzido, com todas as características que marcaram a carreira da banda, mas sem se prender ao passado. Destaque para Max Kolesne, que massacra sua bateria com fúria, mas com muitos arranjos e andamentos diferenciados. Excelente!” (Marcos Thrasher, Metal BR - https://www.facebook.com/groups/374832322663400/)

“Achei o mais diferente e elaborado álbum já lançado pelo Krisiun. As composições estão de altíssimo nível.” (Rodrigo de Sousa, leitor)

“É o álbum mais produzido deles... Não é algo ruim, mas vejo que querem acompanhar uma tendência, mesmo que diferente, entre o estouro de bandas ultra produzidas, como Opeth e Sumonning, etc... Mesmo que nenhuma das citadas sejam similares, a questão de arranjo e produção é notavelmente uma tendência atual.” (Grade Marchiori, leitor – São Paulo/SP)

“Eu que não sou fã de Death Metal achei foda pra caralho.” (Junior Domingos, leitor – São Joaquim da Barra/SP)

“Ficou excelente! Deu uma variada sem sair do estilo, as composições nem precisa comentar, totalmente excelente.” (Alexandre Rodrigues, Crushing Axes, https://www.facebook.com/pages/Crushing-Axes/211284495588490)

“A sonoridade é incontestável. Mantém a brutalidade e técnica, ainda que um pouco mais cadenciado que os anteriores. O vocal de Alex mudou um pouco, mas ainda transmite aquela fúria característica do grupo. Produção de Eric Rutan arrebentou! Não precisam provar mais nada pra ninguém! Simplesmente a maior banda de Metal extremo do Brasil e uma das maiores do mundo!” (Ricardo Leite Costa, colunista do Música e Cinema - http://musicaecinema.com/)

“O que me surpreendeu de início foi a qualidade do áudio, muito bom. A música que me chamou mais atenção foi a ‘fodástica’ Ways Of Barbarism que na minha opinião tem o baixo do Alex mais presente, a instrumental Milonga De La Muerte matou a pau e não poderia deixar de citar a versão para Electric Funeral do Sabbath que ficou animal.” (Luiz Fernando Tuici, leitor – Cravinhos/SP)


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