quarta-feira, 28 de outubro de 2015

InteraBanger: Motörhead



A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ também serão comentados esporadicamente.

Que o Motörhead é referência todo mundo sabe, assim como todo mundo sabe o que esperar de um disco eles. O fato é que a banda, através do ‘deus’ Lemmy, está próxima de seu ponto final devido a problemas de saúde com o mesmo. Então, o novo disco “Bad Magic” foi aguardado com apreensão. Mas, o som costumeiro e infalível ali está, como sempre deve ser.

“Mais do mesmo... Acontece que o mais do mesmo do Motörhead é o que todos querem! Disco muito bom!” (Wall Almeida, vocalista da Aneurose - https://www.facebook.com/aneuroseoficial?fref=ts)

“Certo de que o Lemmy com todos os seus problemas já não é mais o mesmo, mas consegue sim, mesmo com suas limitações, manter a alma do Motörhead viva... dentro das devidas proporções é um grande disco.” (Leandro Fernandes, colaborador)

“Resultado abaixo do visto no anterior, “Aftershock” (2013). De qualquer forma o disco não é uma porcaria, muito menos dispensável, mas é daquele tipo de disco que você ouve, gosta a primeiro momento, mas não lembra de absolutamente nada depois de terminada a audição.” (Alisson Caetano, leito – Cornélio Procópio/PR)

“Motörhead de sempre, mantendo o padrão de qualidade desde os anos 70. O Lemmy tá mais pra lá do que pra cá, mas ainda é Lemmy e é isso que queremos.” (Ricardo Leite Costa, colaborador Metal Na Lata - https://www.facebook.com/metalnalata)



“o cover dos Rolling Stones ficou muito mais selvagem (risos).” (Wendell Pivetta, apresentador do programa Metal Etílico - https://www.facebook.com/metaletilico?fref=ts)

“Longe de ser um clássico da banda, mas um discão.” (Marcos Garcia, editor do Metal Samsara - http://metalsamsara.blogspot.com/)

“No começo eu não gostei muito, mas tive que ceder e ver que é um bom disco.” (Elkiaer Ribeiro, leitor – Nova Iguaço/RJ)

“Motörhead sendo Motörhead!” (Claudio Santos, leitor – São Paulo/SP)

“Muito bom, bem mais cru que os anteriores. Colocaria esse um pouquinho abaixo do “Inferno” (2004), meu favorito da nova safra.” (Renato Stefani Massa, leitor – Petrópolis/RJ)

“Simplesmente demais! Motörhead sempre nos impressiona e contagia. Não tem como não gostar!” (Julia Cristal, leitora)

“Melhor banda do mundo!!!!!” (Cleber Luna, leitor – São Paulo/SP)


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