terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Imperative Music – “Volume X”

(2015 – Nacional)

Imperative Music Promotion


A Imperative Music retorna com seu décimo volume e se consolida cada vez mais como uma das coletâneas mais importantes do Brasil e do mundo. Abrangendo bandas de diversas partes do planeta e tendo distribuição em todo o globo, a Imperative Music é uma das melhores vitrines para bandas que pretendem divulgar seu trabalho de forma maciça.

Mas, além de abrir portas, a compilação também presenteia os fãs do Metal com nomes consagrados. Nesta edição, por exemplo, Kreator e Loudness são os convidados de honra e marcam território com músicas retiradas de seus lançamentos mais recentes de estúdio.

Nomes consagrados do território nacional também se fazem presentes, tais quais Siriun e seu Death Metal atual, o Melodic Death Metal do Rage Darkness e a banda paranaense Semblant com seu moderno Gothic Metal. Três bandas que provam o poderio e a qualidade do Metal brazuca sem pestanejar.

Claro que há as surpresas, isto é, nomes que ainda buscam a luz do sol e entre eles estão os paraibanos da New Band com seu Thrash Metal contagiante, os franceses do Skox e seu Thrash Metal moderno, além dos japoneses do Death Horn com seu Death/Thrash Metal superagressivo e melódico ao mesmo tempo e seus conterrâneos do DeGrace que seguem uma linha semelhante, porém mais polida.

O equilíbrio entre a qualidade tanto da sonoridade quanto da produção de cada banda é maior neste décimo volume, sendo que o Metal extremo é maioria e não há nenhuma produção que tire o brilho. Há apenas algumas que precisam de alguns leves ajustes e outras que saem um pouco melhor que as demais.

É bom mencionar as bandas ‘curiosas’ tais quais como o Radux da Finlândia que lembra muito o Nuclear Assault da fase inicial e a japonesa Eleanor com seu Gothic Metal cantado em nipônico e com muita personalidade. Só não entraram nos destaques devido à falta de melhores ajustes na produção. Mais uma vez a Imperative Music cumpriu seu papel com maestria, além de trazer uma de suas melhores coletâneas.


8,5

Vitor Franceschini

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