quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

InteraBanger: Testament



A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ (ou nem tanto) também serão comentados esporadicamente.

A bola da vez é o novo álbum do Testament, “Brotherhood of The Snake”, que marca de vez a boa fase da banda. A prova disso é a opinião que fãs, músicos e especialistas dão nas linhas abaixo, mostrando que o grupo não falha há mais de 15 anos, talvez durante toda a sua carreira.

“Testament nunca decepciona! Ótimas composições, vocal impecável, trabalho animal das guitarras e a cozinha dispensa comentários! Com certeza um dos melhores lançamentos do ano!” (Junior Moreira, guitarrista/vocalista da Terrorcult e guitarrista da Hamok - https://www.facebook.com/hamokdeathmetal/?fref=ts / https://www.facebook.com/terrorcult/?fref=ts)

“Achei o melhor desde o “The Gathering” (1999)! Pesado, brutal, veloz... realmente um dos melhores discos do ano!” (Thiago Rabuske, vocalista da Dust Commando - https://www.facebook.com/dustcom/)

“Disco maravilhoso mano! Pedrada certeira e muito bem feita, os caras estão cada vez melhores! Tá na minha lista de 2016!” (Manu Henriques, vocalista da Uganga - http://www.uganga.com.br/)

“Destruidor como sempre! Muito melhor que o “The Formation of Damnation” (2008), mas ligeiramente abaixo do “Dark Roots Of The Earth” (2012). Com certeza top 3 do ano!!” (Renan Martello, leitor – Pirassununga/SP)

“Gostei bastante do CD. Não é tão maravilhoso como o “Dark Roots...” em termos de composição, mas tem alguns dos melhores riffs da banda.” (Marcos Garcia, Metal Samsara – https://metalsamsara.blogspot.com/)

“Apesar do título idiota, é um álbum brutal e agressivo, com os melhores solos de guitarra desta década. Alex Skolnik é simplesmente fantástico.Gene Hoglan também dá um show à parte.” (Dimitri Brandi Abreu, vocalista/guitarrista da Psychotic Eyes - https://www.facebook.com/psychoticeyes)

“Umas das poucas bandas de Thrash Metal que não tem erro.” (Zam Ferretti, leitor – Leme/SP)



“Gostei do álbum, bem direto e rápido, mas prefiro ainda os dois últimos, o “The Formation Of Damnation” e “Dark Roots Of Earth”!” (Joel Silva, leitor – São Paulo/SP)

“Fico com o comentário do Marcos. ‘Não é tão maravilhoso como o “Dark Roots...” em termos de composição, mas tem alguns dos melhores riffs da banda’. Assino embaixo!” (Fabio Reis, Mundo Metal - https://mundometalblog.blogspot.com.br/)

“É um puta disco que empolga, com um instrumental bastante poderoso! Porrada pura e altamente recomendado pra qualquer "Headbanger" que se preze!” (Diego de Moura, leitor – Descalvado/SP)

“Uma sonoridade menos técnica que o “The Dark Roots Of The Earth”, algo mais voltado a brutalidade! Porém, mesmo assim, um dos melhores álbuns do ano disparado!” (Carlos Henrique Botelho, leitor – São Luis/MA)

“Eu achei mais Thrash que o anterior, mais direto. Gostei bastante.” (Luiz Carlos Talo, leitor – Araraquara/SP)

“Sensacional! Um dos melhores do Thrash do ano! Continua com a mesma pegada!” (Ricardo Leite Costa, Metal na Lata - https://www.facebook.com/metalnalata)

“Melhor álbum do ano, dá uma surra de pau mole no Metallica.” (Maicon Leite, Roadie Crew - http://roadiecrew.com/)

“O álbum tá matador, muito bom mesmo, me surpreendeu! Os caras tão realmente inspirados.” (Alexandre Rodrigues, Crushing Axes - https://www.facebook.com/Crushing-Axes-211284495588490/?fref=ts)

“Ainda que não supere o disco anterior, o excepcional "Dark Roots of Earth", "Brotherhood of the Snake" é um petardo que mantém a sequência invejável de álbuns lançados por Chuck Billy e cia. nos últimos anos. Muito peso, melodia e feeling em cada composição. Merece ser escutado diversas vezes e certamente é um dos melhores lançamentos de uma banda consagrada em 2016.” (David Torres, Mundo Metal - https://mundometalblog.blogspot.com.br/)

“Eu também acho que não supera o “Dark Roots...”, nem o “The Formation Of Damnation”, mas ainda é um excelente disco, com músicas mais complexas e técnicas. O Testament manteve a boa regularidade nesta última trinca.” (Heyder Vieira, leitor – Belo Horizonte/MG)

“Segundo melhor disco de Thrash Metal do ano (para mim). Uma sequência no qual não repete a mesma fórmula de “Dark Roots...”, o que é uma maravilha. Embora eu quisesse que tivesse momentos mais cadenciados, com uma balada estilo Return to Serenity ou Cold Embrace. Fiquei contente demais com o resultado final, tendo apenas pedradas. Faz bem para a discografia de uma banda essa diferença de um disco para o outro. OBS: Não superou “Dark Roots...”, e se um dia superarem, eu vou bater mais palmas pro Testament do que crente bate palmas pra Jesus na Igreja Universal.” (Elkjaer Ribeiro, leitor – Nova Iguaçu/RJ)

“Lembrando muito Grave Digger.” (Juice Lord, leitor – São Paulo/SP)


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