terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Ministério Da Discórdia: Black Sabbath brasileiro?



Por Vitor Franceschini      

O Ministério da Discórdia é formado por Mauricio Sabbag (vocal/guitarra), Carlos Botelho (baixo) e Inacio Nehme (bateria). Sua história soa comum na cena, isto é, surgiram fazendo covers e depois resolveram apostar na música autoral. O diferencial é que o power-trio, apesar da escola das versões, mostrou uma identidade muito forte em seus dois lançamentos que culminam num full auto-intitulado de 2013 e um EP, “Abismo”, lançado em 2016. Para falar sobre estes e outros assuntos, Maurício e Inacio responderam às perguntas do ARTE METAL, inclusive a que fala sobre a banda ser o Black Sabbath brasileiro.

São dez anos de carreira com um álbum e um EP lançados. Não acham muito pouco para os dias de hoje apenas dois trabalhos no mercado? (risos)
Inacio: Acho que sim! Passamos muito tempo fazendo cover na noite, depois começamos a mesclar as autorais... Quando resolvemos dizer “chega” para cover já tinham se passado uns 5 anos!

Aliás, como vocês vêem o primeiro disco, “Ministério da Discórdia” (2013) atualmente e por que este trabalho saiu somente depois de seis anos da banda formada?
Maurício: É um álbum rústico, direto, seco, honesto. Nesses seis anos, nós testamos as músicas próprias em bares, misturando no meio de um repertório com músicas das grandes bandas inglesas setentistas. Quando percebemos que algumas pessoas prestaram atenção em nossos sons sem passar mal ou nos xingar, ousamos aumentar a quantidade de músicas autorais ao vivo. Mas ainda faltava que decorassem as letras e isso só aconteceu, de fato, após gravarmos e divulgarmos.
Inacio: Passamos muito tempo fazendo cover, tentando achar a nossa própria identidade, mas em um processo relativamente lento.

Falando da transição deste trabalho para o atual EP “Abismo” (2016), quais as principais diferenças entre os dois discos?
Inacio: Eu acredito que o “Abismo” seja mais maduro. Nele conseguimos colocar as composições do jeito que queríamos e o processo de gravação ocorreu de forma mais tranquila.
Maurício: No “Abismo” nossa técnica evoluiu um pouco. Perdemos o medo de nos aventurar por caminhos que fogem um pouco do "metalzão". Nos ensaios rolava Tim Maia, Mutantes, Ramones, uns blues e até umas tentativas frustradas de jazz.

Falando do “Abismo” em si e até da sonoridade da banda de uma forma geral, vocês trazem influências naturais de Black Sabbath e seus discípulos. Porém o Ministério da Discórdia mostra um lado mais enérgico e divertido de certa forma. Vocês concordam com essa definição? O que podem falar a respeito?
Maurício: Interessante você dizer "divertido", pois tinha gente que nos associava ao Punk Rock. Quando começamos eu não gostava quando diziam isso, mas com o passar do tempo mudei de opinião e descobri o caminho da luz. Hoje reconheço a genialidade de quem cria músicas fantásticas com poucos acordes, como faziam o Johnny Ramone e o Lemmy, e acho que o Ministério da Discórdia logo terá repertório que poderá encaixar em eventos desse estilo.
Inacio: A gente não se prende ao sindicato sabático na hora de escrever ou criar um som. Temos uma série de influências diferentes na banda que acabam mexendo com o trabalho. Adoramos Doom, Stoner e outros estilos de Metal, lógico, mas as coisas vão evoluindo naturalmente e sem esse tipo de amarra.

No disco, as mudanças de direção, variação rítmica e viradas insanas são outros pontos fortes da banda, que além de tudo consegue investir em uma melodia diferenciada e densa. Isso é complexo, mas é feito de forma natural no trabalho. Qual a preocupação de vocês com a sonoridade do disco para que ela seja mais digerível para o ouvinte?
Inácio: Talvez seja por isso que lançamos poucos álbuns! (gargalhadas). Tentamos sim, fazer um som que seja digerível, de certa forma. Foi uma opção, desde o começo, manter o vocal limpo para que as pessoas entendessem a letra de verdade. O resto, em termos de levadas/estruturas são parte do processo criativo... Só termina quando sabemos que o que queremos realmente está ali.
Maurício: Tem muita banda de Metal que camufla as letras das músicas embolando tudo com uma super distorção de guitarras porque realmente não tem o que dizer ou mesmo por que não está segura da mensagem que quer transmitir. Nós fazemos o possível para que o ouvinte reconheça em seu subconsciente que estamos tratando de assuntos relevantes que são de seu interesse.

Foto: Leandro Medina


Vocês optam por cantar em português. Mesmo que hoje em dia a língua pátria apareça mais dentro do Rock / Metal, ainda há certa resistência por parte disso. Por que acham que isso acontece?
Maurício: Grande parte da resistência ocorre não por preconceito, mas sim por "pósconceito". Na década de 80 e 90 teve muita banda brasileira de Metal com vocalistas que tentavam imitar a fonética inglesa e estadunidense cantando em português. Era forçado demais. Soava estranho e, pra piorar, insistiam em temáticas clichês ocultistas, satanistas, com incitação ao assassinato e coisas do tipo: energia ruim. Já as bandas de Metal da Argentina, mesmo no início da década de 80, já cantavam em espanhol sem ficar algo forçado e chato, com mais criatividade e maior qualidade técnica.
Inacio: O Metal veio de fora e é natural que as pessoas vão atrás do que está fazendo sucesso em outros países, sendo que essa galera toca em inglês, na sua maioria. Nós decidimos nos propor ao desafio de provar que dava para fazer Metal em português aqui no Brasil e com algum tipo de mensagem que as pessoas pudessem refletir. Sabe, proposta, existe! Se a pessoa quiser procurar e dar uma chance, estamos aí.

E qual mensagem vocês procuram passar com suas letras?
Inacio: Sobre as letras que eu escrevi posso dizer que vieram de inspirações distintas, experiências que presenciei e leituras que fiz sobre alguns padrões, especialmente sociais... Eu procuro abrir um espaço maior pra discussão de idéias...
Maurício: O Ministério fala sobre as coisas da vida... e da morte. Do espírito também. A indignação com as injustiças arde muito mais quando elas acontecem conosco. Eu, Inácio e Carlos já passamos por muitas situações de repressão por sermos como somos, e eu gosto de pensar que o que escrevo representa um manifesto, uma resposta, uma tese para esfregar na cara de quem oprimiu a nossa laia. Gostaria que as letras ajudassem na luta contra a crise cultural, mas também podem ser somente devaneios paralelos.

Vocês disponibilizaram “Abismo” digitalmente em diversas plataformas, inclusive música por música individualmente. Claro que hoje em dia é essencial estar em paralelo com o mundo virtual. Mas qual a opinião de vocês em relação a essas plataformas e este novo formato de consumo de música? Quais as vantagens e desvantagens?
Inacio: As vantagens são óbvias se considerar a abundância de material e facilidade de acesso. As desvantagens são as propagandas irritantes e incessantes. A verdade é que a mídia física já seguiu o caminho do vinil: virou artigo de colecionador.

Lá se foi um ano do lançamento do EP. Como vocês vêem o disco atualmente e qual a repercussão de “Abismo” entre a mídia e o público?
Inacio: Recebemos críticas positivas de “Abismo”. As pessoas entram em contato direto com a banda via Facebook para comentar também e isso é excelente. É claro que o aporte de divulgação ainda é muito menor do que queremos, mas chegaremos lá um dia.
Maurício: Nós, da banda, ainda estamos afundados nesse “Abismo”, no bom sentido. Logicamente nos orgulhamos de todo o esforço e empenho, mas o melhor ainda está por vir. Gostaríamos de mais oportunidades de mostrar nosso trabalho para um público maior, mas admitimos que permanecemos na mendicância cultural. Quem ouviu, deu uma chance, gostou.

Há algum tempo a banda está preparando o DVD “Por Bares e Becos”. Por que a banda optou por já lançar um material neste formato e o que o trabalho irá trazer?
Maurício: Ao vivo é mais energético, mais legal.

Aliás, há quantas andas o processo de produção do DVD e qual é a previsão de lançamento do mesmo?
Maurício: Sem previsão ainda, mas esse show que fizemos em Osasco em 2015 está gravado, foi irado, e é um registro fantástico. Infelizmente, o governo usou a crise atual para justificar o corte de verbas para o Ministério da Discórdia...

Por fim, qual é a dessa de “Black Sabbath brasileiro”? Não é muita responsabilidade não? (risos)
Maurício: Não somos dignos. Na verdade quem começou foi o Roberto Bíscaro, que publicou um artigo dizendo que éramos discípulos do Sabbath... Mas não podemos negar que ficamos muito felizes com a comparação, afinal somos todos fãs. Sonho com o dia em que serei convidado pelo Iommi para cantar, mas não esperarei sentado (risos).


Hot Foxxy – “Burning Bridges”

(2017 – Nacional)
                                             
Independente

Para quem ainda não conhece – afinal este é o debut da banda – os curitibanos do Hot Foxxy é uma das bandas mais legais do Hard Rock nacional. O grupo marcou território com o ótimo EP “Tattooed Girl In Black” (2016) e agora consolida de vez sua sonoridade no cenário com este debut, que inclusive traz faixas do mencionado EP.

O trabalho da banda se mostra sólido e dentro dos requisitos que o estilo exige, sendo que ainda dá um passo mais forte pisando no Heavy Metal em alguns momentos, mas nada que soe desproporcional. O Hard Rock da banda bebe na fonte do Rock de Arena e AOR, mas adota o peso do estilo em si com guitarras de muita qualidade, inclusive nos solos muito bem desenvolvidos.

São dez faixas muito boas (lembrando que há duas versões da ótima Redhead Rocker, que abre o disco e para Getting Over You – que solo diga-se), com refrãos pegajosos, melodia na dose certa e sem soar forçadas, muito naturais e enérgicas. Além das já citadas destaque para ‘metálica’ faixa título, Tatooed Girl in Black e a excelente Born To Be A Rockstar.

“Burning Bridges” foi gravado e masterizado no Funds House Studio, em Curitiba, e produzido por Alysson Irala (Sad Theory, Motorbastards, Shadow Maze, etc) que conseguiu captar a essência e o peso necessários para o disco. Bom, sendo mais que repetitivo, o Hard nacional não precisa provar nada pra ninguém.


9,0

Vitor Franceschini


Arte News: NO TRAUMA: confira o vídeo da apresentação do grupo no evento 46fest

NO TRAUMA: confira o vídeo da apresentação do grupo no evento 46fest
O grupo carioca, No Trauma, participou recentemente de uma enquete ao lado de outras 300 bandas brasileiras, para concorrerem como banda de abertura do show do Project 46, organizado pela “Bandas Independentes BR”, que através de voto popular, teve uma banda selecionada e outra pela produção e curadoria do evento realizado.

Sendo uma das mais votadas na etapa inicial da enquete, No trauma, foi uma das 10 finalistas e ficou em segundo lugar na votação geral, ficando atrás apenas do grupo “Tonelada”, que pelo voto se apresentou no evento, porém o grupo carioca também conseguiu confirmar participação pela organização do festival que se impressionou pela qualidade e grandeza dos músicos do “No Trauma”.

Em sua carreira, o No Trauma, possui apresentações em vários países, incluindo uma mega tour realizada recentemente pela América do Sul, e sempre requisitados em eventos no estado do Rio De janeiro, a banda mostra toda sua força e peso no vídeo liberado do “46Fest” no qual a banda foi selecionada para ser uma das bandas de abertura oficial do lançamento do novo disco do Project 46.

Assista vídeo ao vivo de “Igualdade” – No Trauma:

No Trauma possui o disco “Viva Forte Até Seu Leito de Morte”, lançado em 2016 e com aceitação positiva por público e imprensa especializada, sendo inclusive, considerado um dos melhores álbuns lançado no ano passado do Metal Brasileiro.

Formação:
Hosmany Bandeira: Vocal
Tuninho Silva: Guitarra
Marvin Freitas: Bateria
João de Paula: Baixo

Mais Informações:


De turnê nova, MATANZA toca em Jacarepaguá neste domingo (17)

Banda de rock pesado faz último show de 2017 em sua cidade natal

No próximo domingo, dia 17 de dezembro, o Matanza dá procedimento à nova turnê “total Destruído”, onde a protagonista é a música “Na lama do dia seguinte”, lançada no último mês de outubro, em curta-metragem. O show de encerramento da temporada 2017 será na Lona Cultural de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, a partir das 17h, com abertura da banda convidada Diplomatas. Os ingressos podem ser adquiridos através do link https://goo.gl/udCGvn e apenas os maiores de 16 anos podem entrar, mediante apresentação de documento com foto.  
Sobre o Matanza
Criada em 1997, no Rio de Janeiro, a banda de rock pesado Matanza é uma das mais bem-conceituadas e respeitadas no cenário nacional. Com seu estilo único de fazer música, o quinteto formado por Jimmy London (vocal), Mauricio Nogueira (guitarra), Jonas Cáffaro (bateria), Dony Escobar (contrabaixo) e Marco Donida (guitarra) já se apresentou em mais de 100 cidades brasileiras e em grandes festivais, como o Sepulfest (2004), o Rock In Rio (2011), a Virada Cultural (2016) e o Lollapalooza Brasil (2016), por exemplo.
No Brasil, o Matanza é pioneiro do estilo “countrycore”, que mistura o country norte-americano à energia e intensidade do hardcore, com pitadas de thrash metal e o folk irlandês. Sempre com letras bem-humoradas, o grupo conta histórias de bebedeiras, ressacas e brigas de bar em sua maioria, porém também faz críticas sociais em músicas como “Orgulho e Cinismo” e “Odiosa Natureza Humana”. 
Matanza já atraiu mais de 47 milhões de views em seus vídeos oficiais no Youtube, possui cerca de 46 mil seguidores no Twitter, 34 mil no Instagram e mais de meio milhão no Facebook. Em 2012, foi criado e produzido pelos próprios integrantes, o Matanza Fest, festival de rock que já teve sete edições e a participação de bandas de várias gerações. Em outubro de 2017 a banda inovou e lançou o curta-metragem “Quando a lua cheia sai”, que teve direção do cineasta Alex Medeiros. 

SERVIÇO:
Dia: Domingo, 17/12/2017
Horário: 17h às 23h
Local: Lona Cultural de Jacarepaguá
Tel: (21) 3173-5460
Endereço: Praça do Barro Vermelho – Praça Geraldo Simonard-  Pechincha, Rio de Janeiro, RJ
Classificação etária: 16 anos

Pontos de venda de ingressos: 
Através do link https://goo.gl/udCGvn

Preços:
Inteira: R$ 60,00
Meia-entrada: R$ 30,00


LACRIMOSA - Apresentação única no Brasil acontece nesta quarta-feira em São Paulo !!!!

Acontece amanhã, quarta-feira (13), o único show no Brasil da banda alemã Lacrimosa, a partir das 20h no Carioca Club, em São Paulo (SP). A banda vem promovendo seu mais recente álbum "Testimonium", que será lançado em breve ainda este ano. O grupo promete um show completamente novo e cheio de surpresas, e promete agradar os fãs de gothic metal, darkwave e metal sinfônico.

O repertório trará músicas do novo álbum e os maiores clássicos de sua revolucionária carreira, iniciada em meados de 1989 por Tilo Wolff e que desde 1993, conta com presença da finlandesa Anne Nurmi nos vocais e teclados. Quase todas as letras de suas canções são escritas em alemão, mas a partir do álbum "Inferno" passou a contar com letras em inglês e em finlandês. Os principais temas abordados por Lacrimosa são a solidão, a tristeza e o amor.

http://www.lacrimosa.ch/
http://www.freepass.art.br

SERVIÇO

Lacrimosa em São Paulo-SP (Única apresentação no Brasil)

Data: 13 de Dezembro, Quarta-feira
Horários: Portas 20h / Show 21h30
Local: Carioca Club (www.cariocaclub.com.br)
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899 - Pinheiros - São Paulo/SP
Telefones: (11) 3813-8598 / 3813-4524 / 3814-5711
Classificação etária: 18 anos / Menores somente acompanhados de um dos pais ou responsável legal, mediante apresentação de documento oficial original com foto.
Acesso à deficientes.

Ingressos

Pista 1º Lote: R$ 180 (inteira) / R$ 90 (meia-entrada)
Pista 2º Lote: R$ 200 (inteira) / R$ 100 (meia-entrada)
Pista 3º Lote: R$ 220 (inteira) / R$ 110 (meia-entrada)
Mezanino: R$ 320 (inteira) / R$ 160 (meia-entrada)

Online
Somente através do site do Clube do Ingresso: http://www.clubedoingresso.com/lacrimosa , à vista pelo cartões (Visa ou Master) , cartões de débito Bradesco, ou também por boleto bancário.

Pontos de venda
Carioca Club - SEM taxa de serviço
Forma de pagamento: Somente em Dinheiro.

Outros pontos de venda (sujeitos a cobrança de taxas de serviço)
http://http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar

*A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.
*Será expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras de qualquer tipo, tanto amadoras como profissionais ou semi-profissionais.

Assessoria de imprensa oficial:
Heloisa Vidal
press@freepass.art.br  

Realização e Produção:
Free Pass Entretenimento
http://www.freepass.art.br 


MORCROF se apresenta no Solstício Metal Fest em Santos neste sábado
O incansável Morcrof, um dos maiores nomes do Dark Metal brasileiro se apresenta neste sábado (16) no Boteco Valongo, sito na cidade de Santos em mais uma edição do tradicionalíssimo “Solstício Metal Fest”, desta vez sob a alcunha “Nos Auspícios de Poseidon”. O evento terá também as bandas Empire Of Souls, Opus Tenebrae e Summum Heredis no cast. O bar abrirá as portas ao público às 21 horas. Ingressos antecipados no valor de R$ 20 na Mutilation Records, Hammer Of Damnation, Top Shirt's, Ponto Do Rock e Truck Bus Auto Peças, na porta será cobrado R$ 30.

Lembrando aos headbangers residentes em São Paulo que a gravadora Erinnys Productions está organizando excursão saindo de São Paulo às 18h da Estação Santos-Imigrantes do metrô (Linha 2 - Verde), volta de Santos ao final do evento com parada mesma Estação do metro. Preços (passagem + ingresso): R$ 70,00 à vista mediante depósito bancário a ser feito no Banco Bradesco, agência 0134, Conta Corrente 0118473-3, em nome de Daniel Renato Couto de Oliveira.

O Solstício Metal Fest é um projeto itinerante que tem com principal missão a difusão do metal extremo em diversas regiões do estado de São Paulo.

Quem comparecer ao evento concorrerá a sorteio de um corte de cabelo e barba pra homem e um corte e hidratação pra mulher ofertados pelo Fábio Hutterer Barbeiro e sorteios de CD’s ofertados pela gravadora Erinnys Productions, além da exposição de 30 fotos das edições anteriores do festival de autoria de Claudio Higa.

Na ocasião a Morcrof apresentará músicas de seu próximo full-length, intitulado “.:.codex.gnosis. apokryphu.:.arcano.verba.revelatio.:” lançamento previsto para o próximo ano pela Erinnys Productions.

Programação: Solstício Metal Fest - Nos Auspícios de Poseidon:
- 21h - Abre o Boteco Valongo ao público;
- 23h – (1ª banda)
- 00h15min – (2ª banda)
- 01h30min – (3ª banda)
- 02h45min – (4ª banda)
- 04h – Última breja e encerramento do fest

Confira vídeo de chamada para o evento:

Serviço:
Solstício Metal Fest - Nos Auspícios de Poseidon
Bandas: Empire Of Souls (Santos/SP), Morcrof (São Paulo/SP) , Opus Tenebrae (Santos/SP) e Summum Heredis (Limeira/SP).
Local: Boteco Valongo (R. São Bento, 43 - Centro/Santos)
Horário de abertura da casa: 21 horas
Ingressos: R$ 20 (antecipado) / R$ 30 (na porta)
Pontos de vendas:
Santos:
- Top Shirt's - R. Marcílio Dias, 09 - Gonzaga - tel: 3284-3552
- Ponto Do Rock - R. Martim Afonso, 72 - Centro - tel: 3219-4314

São Vicente: 
- Truck Bus Auto Peças - R. Frei Gaspar, 3.073 - Parque São Vicente - tel: 3464-1657
- Loja Gudstore Street Rock Jeans - R. João Ramalho, 782 - tel - 3467-2716

São Paulo:
- Mutilation Records - Productions
- Hammer of Damnation

Evento oficial do festival no Facebook: https://www.facebook.com/events/534055446943447/


Links relacionados:

CAPE TORMENT anuncia show
No dia 22 de Dezembro, o Cape Torment irá finalmente tocar na região da grande Lisboa, no Stairway Club, em Cascais.

O evento escolhido é o festival CARNATAL XVII.

Pela primeira vez, estarão disponíveis T-Shirts oficiais da banda, em vários tamanhos e também modelo feminino.

FACEBOOK EVENT:


VALLEY OF ARMORED HEART: Metal Nativo, cultura indígena e poesia folclórica em novo clipe liberado no YouTube
Chega ao cenário brasileiro uma novidade que irá atrair os fãs de vários segmentos diferentes da música, o grupo Valley Of Armored Heart, nasceu no ano de 2017 com uma proposta inteligente e abrangente, mesclando vários ritmos diferentes, a banda paulista, começa a disponibilizar seu trabalho em suas redes sociais e canais de áudio e vídeo.

A proposta musical do grupo, é difundir Metal, viola e raízes, de forma poética, o grupo aborda histórias envolvendo o folclore indígena brasileiro, mesclando letras em inglês e nativas do povo indígena.

Recentemente foi disponibilizado no canal oficial da V.O.A.H, a primeira parte de uma trilogia visual, antecipando o lançamento do primeiro disco de estúdio, o clipe da música “Brave armored Heart”, oficialmente apresenta ao mundo os trabalhos desse supergrupo brasileiro e todo o encanto musical proposto pela banda.

Assista “Brave Armored Heart”:

Ainda sem uma data definida, a Valley Of Armored Heart, trabalha continuamente para que no primeiro semestre de 2018, seu vindouro primeiro álbum, seja liberado para os fãs e apreciadores do Metal Nativo brasileiro.

Valley of Armored Heart é formada por:
Hideo Uejo – Bateria/Percussão
Jim Wood: Guitarra
Thiago Ribeiro: Guitarra
Thaís Ribeiro: Vocal/Viola
Kezia Nogueira: Vocal/Teclados/Guitarra
D’Angelis Zóh: Vocal/Baixo

Mais informações:


RISE OF AVERNUS divulga nova música
A banda australiana de Symphonice Doom, RISE OF AVERNUS, juntou-se ao The Moshville Times para revelar um lyric video para Forged In Eidolon. A faixa foi tirada do próximo álbum da banda, “Eigengrau”, que será lançado no dia 19 de janeiro de 2018 através do Code666.




HORROR PAIN GORE DEATH PRODUCTIONS lança coletânea
A gravadora HORROR PAIN GORE DEATH PRODUCTIONS lançou uma coletânea no Bandcamp com 39 bandas de seu cast que lançaram seus trabalhos em 2017. Abaixo a lista das bandas e os links para conferir o trabalho:

TOKE
CONTRASTIC
SACRIFICIAL SLAUGHTER
ENFUNERATION
VIOLENT OPPOSITION
SPECTRAL DESCENT
THE DAY OF THE BEAST
SONS OF FAMINE
ORDOXE
SIGIL
EPI-DEMIC
KALOPSIA
BIRDFLESH
ORGAN DEALER
WOLVES ATTACK!!
GRIEVE
NO GODS
GOD ROOT
CRACK HOUSE
SÖFT DOV
ANTHROPIC
ON TOP
ELBOW DEEP
DUTCHGUTS
CHAINED TO THE DEAD
BASTARDHAMMER
VIOLATION WOUND
RETORTION TERROR
INVIDIOSUS
TOXICOLOGY
SKUZ
TRIPLE CRIPPLE
GROUND
BLOOD FREAK
FERAL
MAUSOLEUM
BRODY'S MILITIA
HANDSOME PRICK


HPGD Official Website: horrorpaingoredeath.com
HPGD on BandCamp: hpgd.bandcamp.com
HPGD on Facebook: 
facebook.com/horrorpaingoredeath


SAMADHISITARAM lança novo vídeo
Leitmotiv of KaliYuga é o nome da faixa do novo disco da banda SAMADHISITARAM. O vídeo pode ser conferido no link abaixo:


A banda comentou:
"Inicialmente, a introdução no segundo álbum foi concebida como clássica. Mas, em seguida, foi adicionada uma textura metálica, embora a idéia de fazer uma composição clássica não tenha deixado nossas mentes.”

Mais informações:


ETERNAL TORMENT lança novo vídeo
O coletivo de death metal da Austrália, Eternal Torment, lançou um novo vídeo para a faixa Depose do seu último álbum "Blind To Reality".

Você pode assistir ao vídeo oficial aqui:



CYANIDE SUNDAE lança novo EP
A Sliptrick Records anunciou o lançamento digital do EP de estréia do grupo britânico Cyanide Sundae, “Nothing To Lose” em 12 de dezembro de 2017. O EP contém 4 faixas de Hard Rock / Metal que nunca carecem de melodia e estilo.

O EP “Nothing to Lose” foi gravado em 2017 e inclui o single, “What Can I Do”. O grupo está atualmente trabalhando em seu álbum de estréia, esperado para lançamento no início de 2018, mas, enquanto isso, “Nothing To Lose” é uma ótima introdução ao Cyanide Sundae e teve muitos comentários positivos.

Mais informações:


PROJECT46 é destaque na capa da revista Rock Meeting

A banda paulistana Project46 é destaque na capa da revista Rock Meeting em sua edição número 99. O grupo vem se destacando na cena em um crescimento exponencial, como toda banda deve ser, ganhando espaço na raça e abrindo novos ares para seus parceiros e outras bandas da cena.
Sem deixar de olhar de onde vieram, o quinteto, hoje formado por Caio MacBeserra (vocal), Vini Catellari (guitarra), Jean Patton (guitarra), Betto Cardoso (bateria) e Baffo Neto (baixo), ganhou uma sonoridade ainda mais pesada, mais humanizada e vem arrebatando fãs pelo Brasil. Sem perder a essência, a banda acaba de lançar seu terceiro álbum de estúdio “Tr3s” com grande destaque na mídia.
Confira trechos da entrevista com Vini Catellari:
Rock Meeting: “Tr3s” é o mais recente lançamento do Project46, porém vem carregado de simbologia. Fale um pouco sobre o que é esse novo play e sua ‘mística’.
Vini Catellari: Na verdade a simbologia do álbum TR3S, nada mais é que a renovação da banda. O TR3S é o nosso terceiro álbum de estúdio e toda vez que uma banda lança um novo trabalho, atrelado a ele existe muito sentimento, dedicação, metas e muita vontade de tocar e disseminar a mensagem. Com o Project46 não seria diferente. Passamos por algumas reformulações de integrantes e com ela uma nova proposta, mantendo a sonoridade, porém com uma nova roupagem. Trouxemos elementos novos e já usados pela banda, mensagens de superação e de força. Abordagens mais humanas e que fazem parte do cotidiano das pessoas.
Rock Meeting: Esse novo cd foi realizado por meio do financiamento coletivo, o crowdfunding. Fale para nós como chegaram no “Experiência Três”. Seria esse um modo do fã mostrar que é fã de verdade?
Vini Catellari: A intenção da “Experiência TRÊS” foi trazer os fãs para mais perto da banda, essa aproximação possibilitou fãs a nos acompanhar diariamente nas gravações do álbum através do 46hub, ter itens exclusivos, inclusive nos acompanhar nos shows, participando de backstage, conhecendo o dia-a-dia de uma banda e o seu #CORRE. Foi muito gratificante, pois fãs do Brasil inteiro colaboraram, pensamos como fãs e criamos variadas formas de contribuições e premiações.
Para acessar a entrevista completa entre no site – www.rockmeeting.net
TR3S é sem dúvida a obra mais madura do Project46 até ao momento. Um disco de linguagem moderna, sonoridade ímpar e assombrosa alta performance por parte da banda. Caio MacBesserra retorna aos vocais limpos e melódicos como os cantados no primeiro disco, mas com a maturidade alcançada durante os anos de estrada. Letras que abordam desafios humanos como nossos conflitos morais, éticos e religiosos, nossa força, nossos medos, nossas esperanças, nossos fracassos e nossas vitórias. O disco convida a reflexão e a ação com consciência e coragem. Conflitos que são comuns a todos nós em qualquer parte do mundo. É facilmente perceptível a ambição da banda ao compor este disco que, com uma única audição, cativa fãs do estilo e posiciona o Project46 como uma das bandas mais promissoras do pa&ia cute;s e os coroam como maior representante do metal moderno brasileiro.
Escute o álbum “TR3S” no Spotifyhttps://open.spotify.com/album/1Y4XNoZS7f2mYHnptFXrns 

Assista o videoclipe de “Pânico”https://youtu.be/XGqP7STrc4A

Line-up:
Jean Patton (guitarra)
Vini Castellari (guitarra)
Caio MacBeserra (vocal)
Baffo Neto (baixo)
Betto Cardoso (bateria)


Obs.: As notas publicadas nesta seção são de responsabilidade das assessorias das bandas/artistas.

Shinigami Records