quinta-feira, 8 de novembro de 2018

InteraBanger: Behemoth




Nergal, o cara por trás do Behemoth, pode ser polêmico. Mas justificar seu sucesso apenas por isso é uma tremenda injustiça. Mesmo fazendo um som extremo e que afronta a sociedade cristã em todos os aspectos, a qualidade musical da banda é inegável. A evolução constante desde sua fundação, lá pelos idos de 1991, chega ao seu ápice neste novo disco, “I Loved You at Your Darkest”. Lançado no início de outubro último, o disco pode não agradar a todos, mas tem qualidade indiscutível. Confira a opinião da galera.

“Um ótimo disco, mas não tanto como o que vieram fazendo de "The Apostasy" (2007) até "The Satanist" (2014).” (Marcos Garcia, Heavy Metal Thunder - https://www.facebook.com/heavymetalthunderbr/)

“Eu gostei do disco, principalmente da música GOD = DOG, mas achei menos inspirado comparado ao anterior!” (Junior Moreira, Terrorcult - https://www.facebook.com/terrorcult/)

“Cheirinho de malvadeza, mas com menos enxofre que o “The Satanist”.” (Luiz Souza, Ressonância Mórfica - https://www.facebook.com/ressonanciamorfica/)

“Para mim este disco define em uma coisa: Nergal = gênio.” (Wellington Penilha, fotógrafo - https://www.facebook.com/PenilhaFotografias)

“Sensacional, entrosamento da banda é incrível!” (Zam Ferretti, leitor – Leme/SP)

“Achei o álbum genial, embora eu ainda sinta falta daquela pancadaria sonora da fase entre “Satanica” (1999) e “Demigod” (2004), essa mudança na direção conseguiu me agradar muito, achei um álbum bem mais forte que o “The Satanist” justamente por apostar sem medo numa mudança geral no som.” (Jairo Vaz Neto, Chaos Synopsis - http://www.chaossynopsis.com)

“Achei que não me impactou tanto quando ouvi o “The Satanist”... Mas achei um puta álbum.” (Renan Roveran, Warshipper - https://www.facebook.com/Warshipper)

“Não tão pesado, porém um trabalho grandioso. Conseguiram criar uma atmosfera tenebrosa e angustiante. O refrão da canção Bartzabel fica ecoando por dias na mente. Destaco também o trabalho com as vozes de crianças em que o Nergal até fez um vídeo em sua rede social com elas, ficou magnífico!” (Evandro Soares, leitor – Rio de Janeiro/RJ)



“Melhor álbum de Metal Extremo de 2018! Mais tranquilo que os lançamentos anteriores do Behemoth, com uma pegada mais "Rock". Eu ainda prefiro o “The Satanist”, mas o atual ainda assim está fantástico. Behemoth manda muito bem na parte gráfica também, belos clipes desse álbum, as roupas ao vivo mudaram e ficaram mais legais e o encarte do álbum está fantástico.” (Maicon Batista, leitor – Amparo/SP)

“Disco excelente. Mostra que procuraram pegar a mesma vibe do “The Satanist” e adicionar mais conteúdo seja lírico ou melódico para suas músicas. Eu percebo um trabalho que se mostra como uma sequência, mas ao mesmo tempo com independência sonora. Todas as faixas, GOD= DOG, Wolves Ov Siberia, Bartzabel, ROM 5:4, If Crucifixion Was Not Enough, entre outras, mostram que a banda tenta reciclar vários riffs de uma forma inteligente, onde as músicas apontam uma continuidade agradável de faixa pra faixa, além de apresentar uma certa persistência em não soar mais do mesmo. Já escutei dezenas de vezes. Entrou na minha lista de melhores discos do ano.” (Bruno Jankauskas, Viletale - https://www.facebook.com/viletale/)

“Gostei da nova proposta da banda, creio que bandas assim como o Behemoth, Samael realmente devem inovar a temática, e o volume de teores, pois músicos se aperfeiçoam com o tempo, equipamentos também. É positiva a proposta, tem muita banda boa por aí que deveria ter uma visão diferenciada, ainda mais pelo tempo que já tem de estrada!” (Kleber Santin, jornalista – Curitiba/PR)

“Achei bem pesada, letras bem chocantes, vocal sem palavras, mais feroz que os anteriores e o clima das músicas são de Satanás... Excelente álbum para se escutar, Hail 666.” (Thiago Soares, Anguere - https://www.facebook.com/Anguere-HC-1916869465253152/)

“Excelente disco! Um pouco mais ousado em trabalhar com momentos mais limpos, talvez daí desagrade a muitos, mas vejo isso como forma de se renovar, sendo que em momento algum deixa de ser Behemoth, pois tudo que é característico da banda segue presente! Um dos melhores discos de 2018.” (Heverton Souza, Imperium Infernale - https://www.facebook.com/imperiuminfernale/)

“Bom álbum, porém não melhor que o “The Satanist”!” (Douglas Silva, Cold Art Industry - https://www.facebook.com/coldartindustry/)

“Muito bacana, achei que voltaram com uma pegada mais Black Metal que o “The Satanist”, que era total Blackened Death Metal!! O álbum consegue soar muito bem ao longo das músicas e em termos líricos está MUITO agressivo, quem curte a banda pode ouvir sem preocupações, pois o Behemoth não decepcionou mesmo!!” (Carlos Henrique Botêlho, leitor – São Luís/MA)

“Achei bom , mas nada de excepcional.” (Cesar Simonetto, leitor – Americana/SP)

“Fantástico!!!” (Rubens Carvalho, leitor)

“Achei ótimo.” (Alex Pacheco, leitor)

“Mais uma grande obra dessa super banda.” (Paulo Lins, leitor – Cubatão/SP)

“Achei a mescla melhor o Black com o Death que eles vinham fazendo. Está muito mais climático que os anteriores, quase experimental em alguns momentos. Uns 3 ou 4 hits logo de cara e Eclesia Diabolica Catholica já entra na lista de melhores do ano. Ainda acho que tenho que ouvir mais. Achei que não se sustenta caindo perto do fim. Esta impressão pode ser que mude com mais audições.” (Raphael Zenatti, leitor)

“CD bacana. Gosto da demo “...from the Pagan Vastlands” de 1994. Pra ser sincero acho essa fase Thelema/luciferianismo super comercial! Tem algumas músicas bem arranjadas, mas com apelo comercial monstro!” (Mateus Mozachi, leitor – Jaguariúna/SP)

“Behemoth acabou no "The Apostasy". O Behemoth desde o "Pandemonic Incantations" (1998) sempre foi uma banda que soube muito bem "vender o peixe". Mas opino unicamente no aspecto musical, onde na minha opinião, a banda só possui relevância até o "The Apostasy".” (Alex Zech, Utsu - https://www.facebook.com/utsugrind/)

“Pra mim é o álbum mais fraco da banda, não é ruim, mas tá longe de ser um “Evangelion” (2009) ou um “The Satanist” que pra mim esses 2 são o ápice da banda. O disco é ótimo nas 5 primeiras faixas, depois parece que é uma faixa dividida em 7 partes.” (Leonardo Silveira, leitor)

“Bom!!! Vale escutar pela história da banda.” (Di Souza, leitor)

“Não achei melhor do que o "The Satanist", mas é um bom álbum. A banda vem em constante evolução.” (Sergio Sanches, leitor – São José dos Campos/SP)


* A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ (ou nem tanto) também serão comentados esporadicamente.

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