quarta-feira, 1 de outubro de 2014

InteraBanger



A nova seção do Blog Arte Metal, InteraBanger, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes.

Quem é a bola da vez é o Accept que lançou o ótimo álbum “Blind Rage”, em agosto último. O disco fecha uma trinca sensacional com o ‘novo’ vocalista Mark Tornillo. Confira abaixo as opiniões de leitores, músicos e especialistas da imprensa:



“Este está melhor que o que os últimos, “Blood of the Nations” (2010) é fraco. Udo era o Accept, a banda UDO é terrível, um precisa do outro (risos).” (Raul Lourenço Ganso, leitor)

“Apesar de não ser grande fã da banda, achei um ótimo disco. Muito bem produzido! Além disso, Mike Tornillo dá um pau no Udo. Vocal muito mais potente e harmonioso. Fãs da banda podem pegar sem medo.” (Ricardo Leite Costa, colunista Música e Cinema - http://musicaecinema.com/)

“Accept nunca deixará o fogo se apagar, e Mark Tornillo veio só para colocar mais lenha. O álbum está muito bom, se alguém ouvir esse álbum de olhos fechados sem antes ver quem está tocando, sem dúvidas ficará surpreso e satisfeito com o conteúdo.” (Everton Gomes Machado, leitor)

“Está ai um álbum que não sai do meu playlist desde que foi lançado. O Accept acertou em cheio com Mark Tornillo e qualquer desconfiança que pudesse existir, evaporou-se por completo com a sequência “Blood of the Nations” (2010), “Stalingrad” (2012) e “Blind Rage” (2014), que consegue manter o alto nível dos antecessores. Achei que estão um pouco mais melódicos nesse trabalho, mas ainda sim conseguem manter seu peso e agressividade intocados. “Blind Rage” é forte, sólido e possui dois méritos: mostra que o Accept ainda é uma banda muito relevante e, principalmente, que existe vida sem Udo. Por sinal, o Accept faz muito mais falta a ele do que ele ao Accept.” (Leandro Vianna – A Música Continua a Mesma - http://musicacontinuaamesma.blogspot.com.br/)

“Melhor que o anterior? Não achei. Mas é um ótimo álbum. Os timbres de guitarra são extremamente agradáveis, mas o destaque é a voz desse cara.” (William da Cruz, leitor)

“Apesar de eu ser bem novo , conheci o Accept ainda com o Udo. Mas, ele que me desculpe, o Mike Tornillo entrou pra trazer aquilo que todo mundo sempre esperou do Accept o Heavy Metal na sua mais pura forma , direto e sem frescuras.” (Diego Périco, leitor)

“Udo foi grande e continua sendo um excelente frotman... Mas esse disco realmente mostrou que o Accept vai muito bem e firme sem ele.” (Leandro Fernandes – colaborador do Arte Metal)

“Bom, em minha opinião, esse foi um dos melhores renascimentos de uma banda nos últimos 20 anos! Udo teve sua história, mas Mark provou que ninguém é insubstituível!” (Estevam Marcelo – Leitor)

“Em banda de homens não se põe crianças pra tocar! Excelente escolha pro vocal e grande fase do Accept!!!” (Rômel Santos – Island Press - https://www.facebook.com/IslandPressBr?fref=ts)

“Não sinto falta nenhuma do Udo. Desde a volta com “Blood of The Nations” o Accept vem destruindo e esse achei o melhor dos 3 lançados com Mark Tornillo no vocal.” (Gilvan Rocha da Silva – Brothers of Metal -  https://www.youtube.com/channel/UCy3PEetr5cL9wRETc8gLtaQ)

“Os dois vocalistas são muito bons, tanto Udo como o Mark Tornillo, mas se sair o guitarrista e o baixista, daí não é mais Accept, com todo respeito...” (Junior Pinto – leitor)


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