quinta-feira, 28 de junho de 2018

InteraBanger: Amorphis




Décimo quarto disco de estúdio do Amorphis e oitavo com o vocalista Tomi Joutsen, que completa 14 anos de banda. O tempo passou e o Amorphis, que desde seu primórdio Death/Doom Metal já soava peculiar, hoje é uma banda com uma identidade tão própria, que esbarra na própria criatividade. Fato é que o novo disco “Queen of Time” é tão bom, que é dignificado até por quem não foi ‘pego’ por sua sonoridade. É só conferir nos comentários abaixo.

“Sueco tem mão boa pra esse tipo de som, cara. A produção conta muito. Espero chegar lá.” (Alex Vorhees, Imago Mortis - https://www.facebook.com/imagomortisband/)

“Gosto muito de vocais "limpos", mas Amorphis é uma banda que eu parei de ouvir quando fizeram essa mudança. Prefiro muito mais a fase antiga. Já com o Katatonia aconteceu o contrário, gosto mais da fase nova.” (Wilian Gonçalves, ex-Desdominus -  https://www.facebook.com/desdominus/)

“Ouvi o novo álbum, gostei. Realmente o vocal de Tomi Joutsen está bem legal mesmo, mas pra mim, “Under the Red Cloud” (2015), tem uma pegada mais empolgante, e também não vou comparar com os antigos, pois gosto mais e sim pelo que foi lançado atualmente, o “Elegy” (1996) também acho massa. “Queen of Time”? diferente, mas gostei.” (Roberto Pinna, Bleeding - https://www.facebook.com/Bleeding-BR-421887597886572)

“Não decepcionam, mas "Queen of Time" supera em muito os últimos discos do grupo. Ponto para o uso de orquestrações e participação de Anneke van Giersbergen (ex-The Gathering).” (Marcos Garcia, Heavy Metal Thunder - https://heavymthunder.blogspot.com/)

“Sensacional! Pra mim, o melhor álbum do ano até o momento.” (André Carvalho, Quintessente - http://www.quintessente.com/)

“As melhores músicas são as divulgadas nos clipes e lyric vídeo. Curti demais a terceira faixa, bem agressiva que lembra o disco anterior e o instrumental que lembra Orphaned Land em certos momentos, assim como os corais. De resto é o mais do mesmo, receita de bolo. As músicas são meio parecidas com algumas dos discos anteriores na forma de construção do início meio e fim. Era legal de início, agora tá se tornando repetitivo e eu não curto, mesmo o álbum sendo bom.” (Rafael Sade, ex-Helllight)



“Amorphis é uma das minhas bandas preferidas de todos os tempos, então sou suspeito para falar! (risos) “Queen of Time” segue a mesma "receita" do “Under the Red Cloud” (2015), e não vejo isso de forma negativa já que, digamos assim, é uma puta "receita"! Mais um play sensacional para o Amorphis e que continuem assim! Claro que inovações que sejam positivas são sempre bem vindas, vide a grande melhora (ao meu ver) da banda com “Under the Red Cloud” comparado aos anteriores “Circle” (2013) e “The Beggining of Times” (2011).” (Bruno Helat, leitor – Porto Ferreira/SP)

“Não tem como não curtir!! Todas as músicas são de tamanha criatividade que assusta, mesmo com o Amorphis mantendo a pegada anterior, conseguiram criar músicas MUITO boas!!! Como eu havia dito em um post: "Superaram o insuperável". Nota 10 disparado.” (Luis Carlos Botelho, leitor – São Luís/MA)

“Melhor disco do Amorphis de todos os tempos...” (JP Carvalho, DamageWar - https://www.facebook.com/damagewar)

“Excelente trabalho! Já ouvi umas 20 vezes.” (Diego Oliveira, Sacrificed - http://sacrificed.com.br/)

“Discasso!!!” (Dede Costa, Cromata - https://www.facebook.com/cromatametal)

“Nunca decepcionam...” (Eduardo Garcia, leitor – São Caetano do Sul/SP)

“O álbum começa com um tom relativamente eletrônico que a princípio não me agradou, porém o susto passou logo e as guitarras distorcidas logo mostraram as caras, álbum muito bem mixado e masterizado, com espaço pra tudo, pesado e denso sem perder a definição, gostei muito dos solos de violão em The Golden Elk.” (Alexandre Rodrigues, Crushing Axes - http://www.crushingaxes.com.br/)

“Dessa vez não me acertaram em cheio. Mas é um bom disco.” (Luiz Souza, Ressonância Mórfica - https://www.facebook.com/ressonanciamorfica/)

“Sem dúvidas, um dos melhores lançamentos do ano.” (Daniel Vaz, leitor – Salvador/BA)

“Fantástico!” (André Falavena, leitor)


* A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ (ou nem tanto) também serão comentados esporadicamente.

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