quinta-feira, 26 de julho de 2018

InteraBanger: Ghost




Odiados por muitos, amados por outros, os suecos do Ghost chegam em evidência ao seu quarto disco de estúdio, porém também por mais um fato extra palco, a revelação de seu líder e mentor (que sempre se suspeitou), Tobias Forge (vocal), agora como Cardinal Copia. Mas, parece que o talento do músico, dessa vez posto à prova, mais uma vez se sobressaiu e “Prequelle” (2018) atendeu às expectativas.

“Acho o melhor deles (ou dele). Já perdi a conta as vezes que ouvi...” (Rui Vieira, Machinergy - https://www.facebook.com/machinergy/)

“Por coincidência estou ouvindo ele agora! Álbum espetacular! Destaco aqui a música Faith que tem uma linha de baixo sensacional e a faixa instrumental Miasma (que música!), que mesmo sendo instrumental é impossível pular esta faixa, foi feita com a alma!!!” (Evandro Soares, leitor – Rio de Janeiro/RJ)

“Ousado, como tudo o que eles fazem! (ou melhor, o Tobias faz... risos). Puta musicalidade. A única coisa que a galera tem que entender, é que eles não são uma banda do gênero. Apesar do visual, é uma banda muito além disso! Excelente!” (Luciano Piantoni, Pegadas do Andreas Kisser - https://www.facebook.com/pegadasdeandreaskisser)

“Achei bem bacana a proposta do álbum! Começa bem pesado com duas músicas de peso Rats e Faith e caminha até um lado mais épico, sempre explorado pelo Ghost, há de se destacar a AOR Dance Macabre mostrando as influências dos caras!!! Muito bom o álbum!!” (Carlos Henrique Botelho, leitor – São Luís/MA)

“Um disco interessante, mas seguindo a linha do anterior, mezzo Hard Rock, mezzo Pop. Não é o melhor deles, mas mantém o nome vivo.” (Marcos Garcia, Heavy Metal Thunder - https://heavymthunder.blogspot.com/)

“Essa banda não deve ser levada a sério no meio do Metal. Fazem música para vender para adolescente, linha pop como Madona.” (Yuri, Aberratio - https://www.facebook.com/AberratioAD/)

“Não só ouvi como adorei e por coincidência estou lendo a entrevista com a banda na Rodie Crew.” (Luis Carlos Costa Filho, leitor – Formosa/GO)



“Gostei as pampa.” (Luiz Fernando Tuici, leitor – Cravinhos/SP)

“O que posso dizer é que até hoje o Ghost não me decepcionou. Ainda que exista um viés mais Pop, a qualidade está mantida.” (Leandro Nogueira Coppi, Roadie Crew - https://roadiecrew.com.br/)

“Melhor álbum do Ghost, inclusive com um ótimo solo de sax‼️"”(Rômel Santos, leitor -–São Paulo/SP)

“É um bom disco, porém sinto um pouco de falta daquela "maldade" do primeiro disco no instrumental.” (Douglas Lima, Metalizer - https://www.facebook.com/MetalizerOfficial/O

“Acho que depois que o segredo de sua banda foi revelado, Tobias Forge passou a se preocupar mais com sua música do que com o marketing. Mas o Ghost nunca teve medo de ousar e de fazer música do modo como bem entendem. "Prequelle" é um grande exemplo desta "falta de preocupação" e acabou sendo um ótimo trabalho!” (Bruno Rocha, Roadie Metal - https://www.facebook.com/RoadieMetal/)

“A qualidade em termos de produção e composições é inegável, o talento dos músicos é evidente, porém nunca fui lá grande fã do trabalho, sempre achei a veia "pop" muito salientada, não acho um trabalho ruim, porém não é o estilo que mais gosto. Na mesma linha o ABBA consegue ser mais pop e mais pesado sem ser forçado do meu ponto de vista.” (Alexandre Rodrigues, Crushing Axes - http://www.crushingaxes.com.br/)

“Melhor que o anterior mas não chega aos pés dos dois primeiros.” (Leonardo Moraes, Underground Rock Report - https://www.facebook.com/undergroundrockreport)

“Esta banda é ruim pra carai...” (Rodrigo Silva, leitor – São Paulo)

“Marketing Metal. O Yes tem coisa mais pesada.” (Anderson Kolera da Silva, leitor – Leme/SP)

“Espetacular! Me surpreendeu muito.” (Heloisa Tunes, Festival de Metal - https://www.facebook.com/festmetal)

“Espetacular. Mesmo contestado após a saída da maioria dos integrantes e a briga na justiça, Tobias provou que ele é realmente a cabeça do Ghost e nos contemplou com esse disco maravilhoso e ousado. A sonoridade é o reflexo de todos os projetos que Tobias fez parte ao longo da vida. Desde Repugnant, passando por Magna Carta Cartel e até mesmo Crashdiet. Quem já sacava disso entende a versatilidade desse cara e do Ghost. Nunca fizeram um disco ruim sequer. O problema das pessoas é ficar esperando algo pesado do Ghost. Não é uma banda de Metal, gente.” (Daniel Tulher, leitor – Belo Horizonte/MG)

“Bom pra caramba Rats e Dance Macabre já valem o disco.” (Bones Drummer, leitor -  Jaguarão/RS)

“Visual do vocal plagio de Puppet Master do Cypress Hill e essa capa plagio da “Morbid Visions” (1986) do Sepultura.” (Shucky Miranda, Skin Culture - https://www.facebook.com/skinculture.official/)

“Muito legal mas, tal qual foi com o “Meliora” (2015), eu demoro para assimilar os discos do Ghost por mais "palatáveis" que sejam. Mas deu pra sacar que a intenção era fazer um disco pegajoso e com um bocado de influência da fase “Ultimate Sin” (1986) do Ozzy.” (Vitor Caricati, Overthrash - https://www.facebook.com/bandaoverthrash/)

“Álbum bacana, bem trabalhado! Faixa Faith tá na lista de preferidas.” (Jorge Wild Horsemen, Wild Horsemen Metallica Cover - https://www.facebook.com/papahet1987)

“Ah, na boa eu Gosto! Riffs simples, bateria idem, vocal afinadíssimo e uma sonoridade muito boa deles!” (Dave Cané, leitor)

“Eu gostei bastante, seguiu a linha sonora do EP “Popestar” (2016), embora o disco não seja tão pesado como os anteriores ele é riquíssimo em belíssimas melodias. Faith é a canção que eu mais gostei, considero ele um ótimo disco.” (William Souza, leitor – Fatima do Sul/MS)


* A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ (ou nem tanto) também serão comentados esporadicamente.

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