O gigante do death metal mundial Nile retorna ao Brasil em março de 2026 para três apresentações, agora com Adam Roethlisberger como novo baixista e vocalista e trazendo na bagagem seu trabalho mais recente, The Underworld Awaits Us All (2024), décimo álbum de estúdio da banda.
A
turnê, uma realização da LBN Agency, também contempla shows no
México, Panamá, Honduras, Colômbia, Chile e Argentina.
No
Brasil, o primeiro show é em Brasília, dia 20/03 (Toinha), seguido de
Fortaleza/CE, dia 21/03 (como headliner de um festival a ser anunciado em
breve), e São Paulo/SP, dia 22/03 (Burning House, com realização da Vênus
Concerts junto à Caveira Velha).
Formado
em 1993, nos Estados Unidos, o Nile construiu uma trajetória singular ao
combinar brutalidade técnica, velocidade extrema e rigor composicional com
referências históricas ligadas ao Antigo Egito e a culturas do Oriente Médio e
da África. A banda usa o rótulo “Ithyphallic Metal” para se autodefinir.
A
entrada de Roethlisberger, que substitui Dan Vadim Von, trouxe novo fôlego à
dinâmica ao vivo, segundo o fundador e guitarrista Karl Sanders.
A
boa recepção às primeiras apresentações da nova formação, incluindo um registro
completo da performance no Rock Hard Festival 2025, na Alemanha, confirma esse
momento.
No
setlist desse show, que deve ser reproduzido na nova vinda ao Brasil, estiveram
músicas clássicas como “Stelae Of Vultures”, “To Strike With Secret Fang”,
“Sacrifice Unto Sebek”, “Defiling The Gates Of Ishtar”, entre outras.
A
discografia do Nile reúne títulos amplamente reconhecidos pela crítica, como
Black Seeds of Vengeance (2000), In Their Darkened Shrines (2002), Annihilation
of the Wicked (2005) e Those Whom the Gods Detest (2009), obras que
consolidaram sua reputação dentro do death metal técnico.
O
lançamento mais recente, The Underworld Awaits Us All, repercute bem na crítica
mundial. Alicerçado na fórmula habitual, o álbum demonstra o domínio absoluto
da banda com o que faz com maestria: riffs avassaladores, ritmo frenético, e
atmosfera épica e brutal. O site Loudersound afirma que o disco “reafirma que
ninguém soa como o Nile”. Já a revista britânica Kerrang! afirma que o álbum
“captura o Nile no seu melhor”.
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