quarta-feira, 8 de julho de 2015

InteraBanger



A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ também serão comentados esporadicamente.

O headbanger mais assíduo e informado no underground sabe que Marcelo Vasco (Machine Head, Soufly) é um artista praticamente já consagrado. Porém, o trabalho com o Slayer para o vindouro disco “Repentless”, a ser lançado no dia 11 de setembro, é o ápice de sua carreira como artista (segundo ele mesmo), que também é músico nas bandas Mysteriis e Patria, além de outros projetos. Assuntos que envolve brasileiro em nomes internacionais são verdadeiros ‘bafafas’. Então confira o que o pessoal disse a respeito.

“Achei o melhor trampo dele, muito FODA! Já tinha muito orgulho dele desde quando começou a fazer as artes do Lord Belial, Borknagar etc. Agora com Soulfly, Machine Head e Slayer só confirmou o quão foda ele é!” (Paolo Bruno, vocalista/guitarrista do Desdominus - https://www.facebook.com/desdominus)

“O artista gráfico Marcelo Vasco já é conhecido no cenário, tendo criado capas para bandas como Soulfly, Machine Head, Dimmu Borgir, porém se tratando de uma banda icônica como SLAYER só podemos sentir orgulho por ter o nome de um brazuca assinando a arte da capa.” (Luiz Fernando Tuici, leitor – Cravinhos/SP)



“A arte ficou realmente muito foda, estilo Slayer de sempre, brutal! Já tinha visto muitas artes dele com outras bandas, como Soulfly e The Faceless que são muito bem feitas por sinal, depois de saber que ele é brasileiro, fiquei bastante orgulhoso, porque não é todo dia que um brasileiro se destaca nesse meio, o Marcelo Vasco é foda!” (Carlos Henrique Botelho, leitor – São Luís/MA)

“Ele é incrível. Estou realmente impressionada com estes comentários, porque vi muita gente detonando, falando que tava merda, que "tinha que ser brasileiro". É bom ler pessoas orgulhosas de que é o trampo de um brazuca ali.” (Mi Jaschek, leitora – Porto Alegre/RS)

“Já pode ser considerado um dos melhores artistas do gênero na atualidade. O Slayer foi muito feliz na escolha. O Marcelo conseguiu captar toda a essência da banda em um único desenho, criando uma das capas mais belas, brutais e infames da história. Ansiedade monstro por esse lançamento!” (Ricardo Leite Costa, colunista do Música e Cinema - http://musicaecinema.com/)

“O melhor artista brasileiro, com seu trabalho tendo o merecido reconhecimento!” (Gleison Junior, apresentador do programa Roadie Metal - https://www.facebook.com/RoadieMetal?fref=ts)

“O pouco que vi dos trampos desse cara, achei muito foda, trabalho mais que reconhecido.” (Lazarvs Jvnor, Subverta Distro & Records - https://www.facebook.com/subvertadistrorecs?pnref=lhc)

“Talvez a capa mais foda de toda discografia.” (Cleuber Toskko, guitarrista e vocalista da Rastros de Ódio - https://www.facebook.com/rastrosdeodio)

“Pra ser sincero não gostei tanto não, parece uma imagem qualquer feita por computador. Prefiro as capas atuais feitas no pincel e tela, como por exemplo, as feitas pelo italiano Paolo Girardi. Fraquinha essa, eu diria. Quanto ao fato de ser um brasileiro: nada. Quanto ao fato de ser novo álbum do Slayer: lá vem mais um álbum sem graça igual a todos dos últimos 20 anos da banda.” (Lucas Assmar, leitor – Limache/CHILE)

“Por ter um brasileiro no trabalho isso é muito bom, mas o motivo estampado na capa acho, em minha opinião, um tanto apelativo.” (Marcelo Giglio, leitor – São Carlos/SP)

“Eu curti, parece uma pintura renascentista, tudo a ver com a sonoridade dos caras, pelo menos não é uma capa tosca como na maioria dos álbuns da banda. A capa do novo trabalho do Distraught é também do Marcelo Vasco.” (Claudio Santos, leitor – São Paulo/SP)


Um comentário:

  1. Achei uma obra soberba .
    Deve retratar bem o que virá em repentless.

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