quinta-feira, 21 de setembro de 2017

InteraBanger: Paradise Lost



Adotando uma postura atual, mas que traz suas características iniciais, o Paradise Lost decidiu nessa segunda década dos anos 2000 seguir seu rumo mais fúnebre e agressivo. No disco anterior, “The Plague Within” (2015), readquiriu de vez a confiança de seus fãs e parece que com o mais novo trabalho, “Medusa” (2017), a banda consolidou de vez isso. Pelo menos é o que vemos nos comentários abaixo.

“Cadenciado, melancólico e agressivo.” (Fernando Faria Maciel, leitor – Paracatu/MG)

“Muito bom!” (Bob Ricardo Generato, leitor – Fernandópolis/SP)

“Sou suspeito para falar sobre o Paradise Lost, pois é uma das minhas bandas favoritas!!! Esse álbum está sensacional, mantendo a linha do “The Plague Within” (2015). Guitarras pesadas, afinação baixa, vocal hora ‘clean’, hora gutural, melancolia na dose certa! Como sempre digo, Paradise Lost não decepciona nunca!!” (Junior Moreira, guitarrista/vocalista da TerrorCult - https://www.facebook.com/terrorcult/)

“Lembra bastante o estilo do “Lost Paradise” (1990), mais cadenciado e cru. Gostei bastante.” (Marcos Garcia, Metal Samsara - https://metalsamsara.blogspot.com/)

“Um retorno ao tradicional peso de outrora. Lento, denso e melancólico como nunca. Excelente disco!” (Ricardo Leite Costa, Metal na Lata - http://metalnalata.com.br/site/)

“Eu achei que ficou de volta às origens.” (Rodrigo Che, vocalista/guitarrista da Songs of Oblivion - https://www.facebook.com/songsofoblivion/)

“Não é ruim, mas esperava mais. É Doom Metal sim, mas não supera o “The Plague Within”, creio que as ‘misturebas’ que fizeram com Death/Doom no outro fizeram a diferença. Faltou algo.” (Smith Henrique, Força Metal BR - https://www.facebook.com/ForcaMetalBR/?pnref=lhc)



“A única banda que eu amo mesmo quando ficou Nutella (“Host” (1999) e “One Second” (1997)). Mas voltando raiz agora, desde “The Plague Within”. Foda demais. Paradise Lost é vida!” (Leonardo G. Amaro, baixista/vocalista da Haine Quenn - https://www.facebook.com/hainequeen/?pnref=lhc)

“Não tem nada desses caras que eu não adore. Achei o disco muito bom, mas ainda prefiro o “The Plague...”. Mas há de se louvar dois fatos: o vocal gutural do Nick Holmes que continua um dos mais pestilentos do mundo; o fato de os caras abrirem o play list do álbum com uma música com cara de fim de disco. Isso foi "punk" pra caralho!” (Vitor Caricati, guitarrista da Overthrash - https://www.facebook.com/bandaoverthrash/)

“Excelente disco!! Me surpreendeu com essa volta às raízes. Atmosférico, pesado, denso. Muito bacana. Ouvi várias vezes.” (Felipe Castro, leitor)

“A voz dispensa menção, gutural pra lá de bom, muito bom o trabalho, timbre acertado, soturno e sinistro, apesar de cadenciado, nada cansativo.” (Alexandre Rodrigues, Crushing Axes - http://www.crushingaxes.com.br/)

“Um dos discos que mais esperei no ano. E a frase clichê vale pra este: valeu a espera! Pesadão. Não tem pra ninguém quando Nick Holmes alia vocais graves e guturais. Álbum de Gothic/Doom do ano!” (Leandro Nogueira Coppi, Brasil Metal História - www.brasilmetalhistoria.net)

“Paradise Lost é uma banda que nunca decepciona. Este disco é uma espécie de apanhado de todas as fases, até mesmo do "Host" que foi um divisor de águas. "Medusa" é envolvente!” (Leandro Fernandes, colaborador)

“Bom disco, mas não é uma obra prima, apenas bom. Não entraria no meu top 20 do ano.” (Luis Evandro Cavalheiro Moreira, leitor – São Gabriel/RS)

“Nesta volta às raízes que a banda vem promovendo desde "In Requiem" (2007) até hoje, o Paradise Lost está sabendo mesclar o som que o consagrou nos anos 90 com algumas sonoridades peneiradas na fase mais comercial da banda. Em "Medusa", a banda resolveu olhar para o álbum "Gothic", de 1991, por conta de várias similaridades em andamentos e em melodias de Gregor Mackintosh, parecidas com as de "Gothic". Mais um grande disco do Paradise Lost.” (Bruno Rocha, leitor – Caucaia / CE)

“Excelente álbum pesado coeso. Dessa vez a banda acertou.” (Tiago Sales, leitor)

“Apenas curti 3 temas. Prefiro a época da banda entre o “Icon” (1993) ate o “In Requiem” de 2007.” (Antonio Ocampo Vilar, leitor)



* A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ (ou nem tanto) também serão comentados esporadicamente.

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