quinta-feira, 30 de novembro de 2017

InterBanger: Cannibal Corpse



O Cannibal Corpse seria um Motörhead, um AC/DC ou talvez um Ramones do Death Metal. Afinal de contas, há quase trinta anos a banda oriunda de Buffalo e radicada em Tampa, na Flórida, praticamente se utiliza da mesma fórmula e temática, sempre acertando o alvo. Claro, com o tempo evoluíram, mas nunca perderam a identidade, o que se comprova em seu mais novo álbum “Red Before Black” (2017). A galera aprovou quase que por unanimidade.

“Cannibal sendo Cannibal. Um pouco mais refinados, mas ainda esmagando crânios como ninguém. Ótima produção e peso, muito peso. Perfeito!” (Ricardo Leite Costa, Metal na Lata - http://metalnalata.com.br/site/)

“Mais do mesmo, mas em termos de Cannibal Corpse, o mais do mesmo é sempre ótimo e bem vindo.” (Marcos Garcia, Metal Samsara - https://metalsamsara2.blogspot.com.br/)

“Cannibal Corpse nunca decepciona, a mesma maneira de algumas bandas como Motörhead ou AC/DC, eles encontraram o próprio estilo, nem dá pra rotular o som mais, o estilo deles é tão próprio que ficou impossível copiar. Também sou muito fã da produção do Erik Rutan, ele tem uma maneira de deixar as bandas ainda mais pesadas.” (Alexandre Rodrigues, Crushing Axes - http://www.crushingaxes.com.br/)

“O melhor dentre os últimos três lançados em minha opinião. Fodástico... esperando sair nacional pra comprar.” (Tiago Pollin, leitor – Leme/SP)

“Quando começou o Corpsegrinder no Cannibal Corpse eu achei que tudo era igual, só o “Vile” (1997) eu gostei, depois o “Gallery of Suicide” (1998) foi um disco chato para mim, não curti mais a banda desde essa época. Até agora com o novo álbum eles voltaram fazer música com alma e vontade, o baixo do Alex Webster é demolidor, definitivamente uma boa peça para a minha coleção.” (Emilio Fernández Quirós, baterista e tecladista da Hrii Fhtagn - https://www.facebook.com/HriiFhtagn)

“Aquela velha receita (um pouco mais polida pela produção -acredito eu - neste lançamento): mexer pouco em time que está ganhando é garantir mais um ótimo álbum!” (Adalberto Belgamo, redator)

“Sem inovações, ainda bem.” (André Gubber, guitarra / vocal da Skinlepsy - https://www.facebook.com/Skinlepsy/)

“Uma bela fórmula de se fazer Death Metal. Na verdade, a beleza é grotesca e muito bem trabalhada. Cannibal nunca deixa a desejar!” (Pedro P. Oliveira, baterista da Despotic Hate - https://www.facebook.com/despotichate/)

“Um ótimo disco, grande produção de Erik Rutan, com timbres de guitarra maravilhosos, um som de batera matador. Um disco em que podemos sentir mais influências de Thrash Metal no som da banda.” (Raphael Arízio, Moth Division - http://mothdivision.blogspot.com.br/)



“Igual a todos os anteriores desde que George ‘Corpsegrinder’ assumiu o vocal. “The Bleeding” (1994) é o ápice da criatividade artística deles (pra mim). E olha, quando Fisher entrou eu tinha ficado mega feliz, pois eu era super fã do ‘trampo’ dele no Monstrosity, mas daí com ele só lançaram um disco igual ao outro. Esse último ainda estou digerindo, mas a impressão é que fizeram mais do mesmo.” (Júlio Feriato, Heavy Nation - https://blogheavynation.blogspot.com.br/)

“Resumindo: Ótimo! Entra na minha lista dos 10 melhores de Death Metal de 2017, ao lado de Incantantion, Sinister, Entrails, Gourmand, Immolation, Genocídio, NervoChaos, Torture Squad, Chaos Synopsis...” (Leandro Nogueira Coppi, Brasil Metal História - https://www.facebook.com/BrasilMetalHistoria/)

“Desde 2004, o Cannibal Corpse lança um disco melhor que o outro. Talvez, o mais "fraco" seja o “Evisceration Plague” (2009). Agora, o “Red Before Black” é inacreditável! É uma música melhor que a outra. Cannibal é uma das bandas que eu mais gosto e nunca sou decepcionado por um lançamento.” (Raphael Campos, leitor – São Paulo/SP)

“Continua sendo o bom e velho Cannibal.” (Marcosplatter Teixeira, Dicephalus - https://www.facebook.com/dicephalus/)

“Cada dia melhor, nunca decepciona.” (Fabrício da Fonseca, leitor – Vila Velha / ES)

“Sempre com o pé na essência, diferente de muitas bandas, o Cannibal mostra que o Death segue mais forte que nunca, sempre com ótimas produções.” (Luis Henrique, leitor – Sumaré/SP)

“Como já era de se esperar, gostei do álbum! Trata-se da velha carnificina sonora de sempre, mas executada com propriedade e segurança.” (David Torres, Mundo Metal - https://mundometalblog.blogspot.com.br/)

“Disco bom demais. A faixa-título é monstruosa.” (Elkiaer Ribeiro, leitor – Nova Iguaçu/RJ)

“Não dava pra esperar outra coisa dos caras. Paulada pura e sangue jorrando.” (Sergio Silvestre, leitor)

“Gostei muito desse álbum, está com uma pegada na bateria que gostei muito.” (Vagner Manowar, leitor)

“Desacelerado e menos técnico. Porém, um resgate das antigas raízes. Muito bom.” (Alex Zech, baterista da Homúnculo - https://www.facebook.com/bandaHomunculo)

“Um dos melhores da discografia. As duas primeiras faixas do disco já destroem tudo. Tenho ouvido bastante esse play nas últimas semanas.” (Sergio Sanches, leitor – São José dos Campos/SP)

“Serei sincero, nunca consegui ouvir Cannibal...” (Bruno Faustino, Musikkaos - http://musikkaos.blogspot.com.br/)

“Cannibal de sempre, nem acima nem abaixo disso!” (Giovanni Vaz, leitor – São Paulo/SP)

“Você até sabe o que vem pela frente, porém a destruição continua, isso é o que importa no Cannibal.” (Wagner Caetano dos Santos, leitor – Mauá/SP)

“Curti muito, tem muita influência da fase inicial que gosto mais. Focaram mais na velocidade.” (Diego Barreto da Silva, vocalista / guitarrista da Attomic Soldier - https://www.facebook.com/attomicsoldier/)

“Cannibal Corpse sempre detonando.” (Rafael Macedo Costa, leitor – São José dos Campos/SP)

“Muito bom! Sabiamente desde o “A Skeletal Domain” (2014), o Cannibal voltou a escrever músicas sem tanta masturbação nas guitarras. Code of Slashers e a faixa título são sensacionais.” (Vitor Caricati, guitarrista da Overthrash - https://www.facebook.com/bandaoverthrash/)

“Um bom álbum, Cannibal nunca decepciona.” (Fernando Faria Maciel, leitor – Paracatu/MG)



* A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ (ou nem tanto) também serão comentados esporadicamente.

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