sexta-feira, 5 de abril de 2019

InteraBanger: "The Dirt: Confissões do Mötley Crüe"




Parece que já estamos vivendo a era dos filmes sobre Rock (ou Metal, se preferir), afinal em menos de um ano pudemos conferir “Bohemian Rhapsody”, que retratou a história de Freddie Mercury (Queen), “Lords of Chaos” e a terrível (em qualquer sentido que você queira) cena do Black Metal norueguês dos anos 90 e, agora, “The Dirt: Confissões do Mötley Crüe” que mostra os excessos da banda pioneira do Hard/Glam/Sleaze, etc e tal. Não que não houvessem outros filmes abordando o estilo (s) – na verdade há muitos e alguns citados aqui – mas assim, saindo um atrás do outro nem sempre acontece. Com direção de Jeff Tremaine, o filme saiu na plataforma da Netflix no dia 22 de março e conquistou a maioria do público, como podemos ver nos comentários a seguir.

“Apesar de todos os excessos, exageros e, obviamente, não merecer uma nomeação ao “Oscar de Melhor Filme” — será que ‘Bohemian Rhapsody’ (2018) merecia? —, “The Dirt” cumpre muito bem seu papel como excelente entretenimento, um filme que mexe e mistura as mais diferentes emoções, pois é divertido, dramático, engraçado, tenso. Ou seja, é Mötley Crüe em sua essência e vale a pena conferir.” (Paulo Pontes, Scream & Yell - http://screamyell.com.br/site/)

“Divertido, emocionante e totalmente Rock And Roll! Acho impossível alguém que realmente curte Rock não curtir a fita. Ficar catando inconsistências, não é nada Rock and Roll. Lembrando que, igual ao “Bohemian Rhapsody”, os integrantes da banda produziram, o que indica que aprovaram a versão final. Imperdível! (minha humilde opinião, obviamente).” (André Delacroix, Azul Limão - https://www.facebook.com/Azul-Lim%C3%A3o-113800435321071)

“Muito próximo da realidade! Drama com toques de comédia! Uma das melhores adaptações biográficas até o momento.” (Adalberto Belgamo, redator do ARTE METAL)

“Eu curti mais que o “Bohemian Rhapsody” (um filme centrado mais nas músicas do Queen) pelo fato de o filme se concentrar mais na banda, em sua atitude e na época em que viveram. Quando um fato não é verídico, porque tomaram alguma liberdade poética, algum membro da banda quebra a 4ª parede e fala o que aconteceu diretamente para o espectador, um bom panorama geral da banda e da época em que viveram.” (Fabrício Bruca, Simpsons of The Universe - https://www.facebook.com/SimpsonsOfTheUniverse/)

“Extremamente insano. Eles misturaram o necessário em um filme, comédia e drama. Você tem que assistir com a mente aberta. Espero que essa onda de filmes biográficos de banda se torne uma realidade e que traga mais artistas e bandas antigas pra atualidade.” (Kelly Hipólito, Blixten - https://www.facebook.com/blixten.official/)

“Filme muito gostoso de assistir! Desde “Detroit Rock City” (1999) e “Rock Star” (2001) que não me empolgo tanto com filmes do gênero.” (Evandro Soares, leitor – Rio de Janeiro/RJ)

“Filme divertidíssimo e ao mesmo tempo emocionante. Despudorado como deveria ser!” (Leandro Nogueira Coppi, Roadie Crew - https://roadiecrew.com/)

“Irretocável!” (JP Carvalho, Damagewar - https://www.facebook.com/damagewar/?ref=br_rs)



“Divertido, engraçado e emocionante. Quem não chorou com a morte da filha do Vince não tem coração. Filmão!” (Guilmer da Costa Silva, leitor – São Paulo/SP)

“Muito bom filme! Só pecou por não mostra a treta Axl Rose x Vince Neil e colocar Tom Zutaut magro.” (Shawner Douglas, Gipsy Stealers - https://www.facebook.com/gipsystealers/)

“Pra quem não conhece a banda, é um baita clichê... Imagina se eles soubessem que era quase tudo verdade??” (Guto Zanutto, leitor – Itatiba/SP)

“Eu curti muito, mas por ser a cara, bem fiel à banda mesmo com alguns toques de comédia, e na maior parte muito drama. Sobreviver ao Rock 'N' Roll não é fácil e a banda mostrou muito bem como sobreviver a tudo. Ótimo filme (talvez o melhor sobre música, até melhor que o “Bohemian Rhapsody”) desse Mötley Crüe que é demais.” (Luiz Carlos Talo, Simpsons of The Universe - https://www.facebook.com/SimpsonsOfTheUniverse/)

“Assisti. Não conhecia com muita profundidade a história do Mötley e achei bem legal.” (André Gubber, Skinlepsy - https://www.facebook.com/Skinlepsy/)

“Poderiam ter feito uma série se quisessem, porque esses caras têm muita história para contar. Superou minhas expectativas, tanto em atuações como no roteiro. Já vi três vezes e verei mais!” (Durval Mariano, Whiplash - https://whiplash.net/)

“Puta filme, mas depois de assistir esse e “Bhoemia Rhapsody”, o documentário do Twisted Sister ficou meio que o patinho feio. Ainda assim curti também.” (Marcos Amorim, leitor – Leme/SP)

“Gostei bastante! Muito divertido e acho super legal esse novo filão de cinebiografias de bandas de Rock. O maior trunfo do filme para mim foi que remete àquele formato típico dos filmes dos anos 80, estilo “Porks” (1981), “Bill & Ted” (1989) e “Curtindo a Vida Adoidado” (1986). Vi uma galera metendo o pau no filme mas tenho certeza absoluta de que estes pegaram para ver o filme errado. Mötley Crüe é a melhor banda de quinta categoria de todos os tempos. Portanto, um filme desses caras não teria uma profundidade nem que forçassem a barra.” (Vitor Caricati, Overthrash - https://www.facebook.com/bandaoverthrash/)

“Eu vou ser honesto, o filme me surpreendeu positivamente. A apresentação dos personagens é eficiente, bem como o desenrolar dos acontecimentos. Ademais, o filme é engraçado e em partes, até emocionante. Mais uma bela produção da Netflix. Nota: 7,0.” (Wilson Scatollini Filho, leitor – Nova Odessa/SP)

“Gosto do Mötley Crüe desde criança! Sei que eles sempre foram podres, mas mesmo assim, o filme me assustou um pouco!!” (Alexandre Zabiski, Banda Karla - https://www.facebook.com/bandakarla145/)

“Muito bom! Filme sincero e divertido acho que mostra bem como eram os anos 80 em relação as bandas. Melhor que o do Queen.” (Paulo Cardoso, leitor – Ribeirão Pires/SP)

“Gostei muito! Vi duas vezes! Achei bem fiel tirando uma coisinha outra sem relevância!” (Alexandre Fontana, leitor)

“Achei mediano.” (Carlos Belo, leitor - Teresina/PI)

“Filme muito bom. Achei bem legal. Os atores mandaram muito bem também.” (Paulo Pires, Skedels - https://www.facebook.com/Skedels)

“Muito bom filme, e dá saudades da época que o Rock era vivo e de boa qualidade.” (Luiz Cláudio Rocha, leitor – São Paulo/SP)

“Excelente! Gostei muito!” (Mello Macedo Nancy, leitor – Fortalez/SP)

“Muito foda! Queria ter vivido nessa época.” (Junior Costa, leitor)

“Top e relevante.” (Shagrath Alicia Bianca, leitor – Araxá/MG)


* A seção InteraBanger do Blog Arte Metal, além de procurar inovar e tirar o veículo de certa rotina, tem o intuito de interagir com o leitor, músicos e especialistas no assunto sobre álbuns polêmicos ou não de bandas já consagradas e relevantes. Outros assuntos relativos às bandas ‘mainstream’ (ou nem tanto) também serão comentados esporadicamente.

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