quinta-feira, 3 de maio de 2018

InteraBanger: Angra




O Angra jamais vai ser unanimidade. Esse é o preço que a banda sempre irá pagar por alguns motivos que, desculpem o trocadilho, não dá pra saber se são unânimes. Primeiro por ser brasileiro (santo de casa não faz milagres), segundo por sempre ousar e o outro por soar numa proposta que vai contra o nariz torcido de muitos extremistas. Porém, a banda mais uma vez surpreendeu com seu novo álbum “ØMNI”, nono de estúdio da carreira . O disco conseguiu fazer o Angra chegar o mais próximo da unanimidade, pelo menos aqui no InteraBanger.

“O melhor desde o “Temple of Shadows” (2004). As composições são melhores do que as apresentadas no “Secret Garden” (2015). Lione está mais confortável, cantando de maneira mais solta, colocando bem seu estilo. A banda está extremamente entrosada e Marcelo Barbosa se encaixou como uma luva. E, na boa, tem pouca Sandy no disco (risos). A participação dela deu um brilho especial à canção!” (Paulo Pontes, jornalista)

“Foi uma boa surpresa, eu não gostava de nada que saiu depois do “Temple of Shadows”, mas esse novo gostei bastante. Já está entre os melhores do ano.” (Luis Evandro Cavalheiro Moreira, leitor – São Gabriel/RS)

“Passada a euforia do lançamento, posso dizer que achei um bom disco apenas, que tem 3 ou 4 sons no máximo que podem se tornar clássicos com o tempo. De resto achei tudo regular e nada muito marcante. Acho o anterior com o Lione mais legal.” (Douglas Lima, Metalizer - https://www.facebook.com/MetalizerOfficial)

“Um dos melhores álbuns do Angra, Lione mais confortável para cantar e achei interessante a diversidade explorada.” (Felipe Almeida, leitor – Araraquara/SP)

“Bem legal! Gostei do disco no ‘geralzão’. Confesso que depois do “Fireworks” (1998) achei todos os discos uns porres, mas desde o disco anterior voltei a nutrir um interesse pela banda novamente. Sempre achei o Rafael um compositor fantástico, mas o Angra tinha virado banda de workshop do “Rebirth” (2001) em diante e isso me empapuçava grandão. Mas agora a música da banda voltou a soar interessante.” (Vitor Caricati, Overthrash - https://www.facebook.com/bandaoverthrash/)

“Acabei de ouvir, gostei bastante!! Fazia tempo que não sabia o que era Angra.” (Marcelo Lopes, leitor – Bauru/SP)

“A inspiração da banda voltou nesse disco! O feeling de melodias e refrãos estão numa homogeneidade ímpar, além de trazer peso nas guitarras e na parte rítmica. O melhor trabalho da banda desde o Temple Of Shadows.” (Gabriel Arruda, Road To Metal - http://www.roadtometal.com.br/)

“Lione está cantando muito bem, Metal inovador, riffs e tudo, mixagem, masterização. Produto de qualidade.” (Allan Caruso, Heroes of War - https://www.facebook.com/Heroesofwar/)

“Puta disco, achei muito bem feito e de uma enorme criatividade!!! Mesmo que em muitos aspectos não se assemelhe ao Angra clássico, fica clara a competência dos membros da banda!!! Nota 10!!” (Carlos Henrique Botelho, leitor – São Luís/MA)

“Achei um disco muito bem feito, do começo ao fim, todas com ótimas composições! Lione realmente deu um fôlego a mais a banda!” (Joel Silva, leitor – São Paulo)

“Fantástico. Um dos melhores da banda. Fiz uma resenha sobre ele já. Amei muito.” (Clovis Roman, Top Link Music - https://www.facebook.com/toplinkmusicoficial/)

“Uma banda renovada e talvez o melhor disco deles desde "Rebirth".” (Marcos Garcia, Heavy Metal Thunder - https://heavymthunder.blogspot.com.br/)

“Escutei apenas uma vez, não acho que seja o suficiente para dar uma boa opinião, porém posso adiantar que o instrumental dispensa comentários, o trabalho de guitarra do Angra é sempre sensacional. Apesar de não ser o meu estilo de voz favorita, o Lione é um excelente vocalista, afinadíssimo e técnico, soube usar muito bem a técnica no disco, sem ficar repetitivo ou beirando o ridículo como algumas vezes é comum no estilo, principalmente quando o vocalista quer demonstrar o poder dos seus agudos. Os solos de guitarra estão na medida certa também, sem muitos exageros, considero um bom disco, variado, sem exageros, boas composições, e a temática realmente me chamou a atenção, fugiu bem ao comum e com muito bom gosto. Baixo e bateria também não tem como criticar, são excelentes músicos.” (Alexandre Rodrigues, Crushing Axes - http://www.crushingaxes.com.br/)

“A banda está muito bem alinhada e os músicos em plena forma técnica. O Marcelo Barbosa conseguiu honrar a missão de cobrir o enorme buraco deixado pelo Kiko Loureiro. As composições divergem muito dos discos mais icônicas da banda, como “Angels Cry” (1993), “Holy Land” (1996), “Rebirth” e “Temple Of Shadows”. Quem é mais apegado aos grandes sucessos da banda vai ficar surpreendido, seja pra positiva ou negativamente. Apesar das composições serem excelentes, conseguindo expor a genialidade e criatividade ímpares do Rafael Bittencourt juntamente com o nível técnico e musicalidade absurdo dos demais membros, formando assim músicas fortes e sólidas. O timbre do Fabio Lione ainda aparenta estar deslocado em meio a tudo isso, mesmo ele sendo um grande vocalista. Quanto a produção, pode se dizer tranquilamente que está entre as melhores que a banda já teve, desde o conceito artístico e ambiente criados para o disco, até a qualidade da gravação, captação dos instrumentos, mixagem e masterização. O resultado final ficou bom!” (Rafael Ferreira, Crookhead - https://www.facebook.com/crookhead/)



“Um disco com bons, ótimos e também péssimos momentos. Eu gostei desse novo Angra, mais Prog e longe do velho Metal açucarado, mas no frigir dos ovos ficou um disco bem heterogêneo variando de momentos de pura magia como em Insania, Caveman, Magic Mirror, momentos ok como em Always More (baladinha bem ok), Travellers In Time, descambando para momentos de pura vergonha como em Black Widow's Web, The Bottom Of My Soul (alguém avisa ao Rafael que não é o Brainworms). Lione continua sendo o monstro de sempre e todo o restante da banda é de se tirar o chapéu. Marcelo Barbosa, como sempre um ótimo guitarrista, substituindo o 'tesouro' de forma digna. Por todo esse time eu esperava bem mais desse álbum, mesmo não suprindo minha expectativa, é a melhor coisa pós “Temple of Shadows”. Outro ponto negativo é a capa, puta porcaria sem graça.” (Harisson Stoj, leitor – Araraquara/SP)

“Um bom disco de Rock/Metal. Gosto muito do Lione.” (Luis Carlos Costa Filho, leitor – Formosa/GO)

“Está bem Prog, muito bom!” (Luiz Carlos Talo – Simpsons Of The Universe - https://www.facebook.com/SimpsonsOfTheUniverse/)

“Fazia anos que não curtia nada que o Angra lançava, esse disco eu fui escutar todo desconfiado e achei o mais legal desde o “Temple Of Shadows”.” (Fabio Reis, Mundo Metal - https://mundometalblog.blogspot.com.br/)

“O Angra voltou a ser ousado e relevante. Absorveu influências modernas, expandiu o lado progressivo, sem se desconectar do passado.” (Kito Vallim, Final Disaster - https://www.facebook.com/FinalDisaster/)

“Achei muito bom! Nesse álbum a banda de fato cortou a dependência do Kiko! Foram inovadores e corajosos! Dei nota 8.” (Eduardo Vaz Couto, leitor – Nova Lima/MG)

“Gostei desse disco, acho que foi o melhor lançamento deles desde o “Temple of Shadows.” (Luiz Gustavo, Crookhead - https://www.facebook.com/crookhead/)

“Escutei, e acho que o Angra deveria ter acabado no “Aurora Consurgens” (2006). Com todo respeito ao Marcelo Barbosa, que é um grande guitarrista, mas a espinha dorsal do Angra era o Rafael e o Kiko, que já estavam fazendo álbuns meia-boca faz tempo. Agora, com o Kiko fora, fica claro que os caras querem viver só do nome e das conquistas do passado.” (Daniel Tulher, leitor – Belo Horizonte/MG)

“Curti demais, inclusive a música com participação da Sandy me surpreendeu demais. O Marcelo é um baita guitarrista, curto os trampos solos dele embora o Power Metal não seja meu estilo preferido, não deu pra ignorar esse play. O Bruno então dispensa comentários.” (Miguel Muniz, leitor – Guarujá/SP)

“Sem dúvidas o melhor disco de Metal nacional de 2018. Gostei tanto que fiz questão de comprá-lo no dia exato do lançamento oficial, e já o considero como um "novo clássico" da banda, ao lado do “Holy Land” e “Temple of Shadows” que são os meus preferidos do Angra.” (Rodrigo Santromipo, leitor – São Paulo/SP)

“Olha sinceramente (vou ser bem franco). Eles pegaram um liquidificador e bateram Simphony X , Judas Priest , o “Black álbum” (1991) (da extinta banda Metallica), fizeram um sucão e foram bebendo no estúdio , porque ,mano tá foda... Um dos melhores do Angra , sem dúvida , pra mim só perde pro “Angels Cry” (1993).” (Alexandre Bragança, leitor – Nova Iguaçu/RJ)

“Certamente, um dos melhores lançamentos do ano. Uma produção impecável do sueco Jens Bogren. A banda em um perfeito equilíbrio de técnica com melodias marcantes.” (Daniel Vaz, leitor – Salvador/BA)

“Disco fabuloso, com puro Prog e Power Metal. Elementos brasileiros, trazendo a essência da banda. Recomendo muito esse disco!” (Le Olliveira, leitor – São Paulo/SP)

“Muito bom esse álbum. O Fabio Lione estava soando meio enjoativo nos últimos álbuns que ele participou. Esse aqui ele está à vontade, linhas de vocal excelentes. Guitarras, batera e baixo não precisa nem falar nada, sobra talento.” (Leonardo Anderson, leitor – São Paulo/SP)

“Sem identidade nenhuma, uma ‘mistureba’ da porra que não vingou, e olha que sou fã de Prog Metal.” (Danilo Peres, leitor – Embu/SP)

“Horrível... sem expressão nenhuma.” (André Toral, leitor – Barra Mansa/RJ)

“”Temple of Shadows” enterra esse álbum!” (Sergio Paulo, leitor – Contagem/MG)

“Não gostei muito. “Secret Garden” na minha opinião ficou bem melhor.” (
Maiky Dutra Roschemant, leitor – Nova Friburgo/RJ)

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